Vale do Loire França: como ficar indiferente a uma região que é classificada como Patrimônio da Humanidade por causa das dúzias de castelos inteiramente de pé, decorados como se ainda fossem os tempos de esplendor da Renascença francesa? Sem falar das torres, muralhas e pontes levadiças, como nas histórias de príncipes e princesas que “foram felizes para sempre”. Há ainda os bosques e jardins que, seguindo o paisagismo planejado vários.
Belíssimo, esplendoroso, grandioso, imponente, inspirador, envolvente, charmoso… Parece exagero, mas quando se começa a circular pelo Vale do Loire, uma região única na França, que se estende dos arredores de Chartres a 60 quilômetros de Paris e dona da bela catedral gótica que leva o nome da cidade – até uma distância de 400 quilômetros da capital, nas proximidades de Nantes, na porção oeste do país, é como se todos os adjetivos que exprimem beleza, grandiosidade e encanto se aplicassem ao pedaço.
Repletas de florestas nativas e mar estonteante, as duas ilhas mais habitadas enchem os olhos dos visitantes, até mesmo dos que já estão acostumados com as belas praias brasileiras. O visual mais incrível, porém, pertence à outra ilha: La Digue. Com litoral todo recortado, permite ao sortudo que estiver por lá pipocar entre as dezenas de praias diferentes – distintas umas das outras e também de outras praias do mundo.
Praia da Ilha: se você está imaginando dezenas de ilhotas uma do lado da outra, pense de novo. As diminutas formações de terra estão espalhadas por uma área de 1,34 milhão de km2. E bem provável que nem os nativos conheçam todas as ilhas. Mas não precisa se chatear com a distância, até porque o próprio meio de transporte pode contribuir para a diversão. De Mahé até Praslin, que você não pode deixar de conhecer, são 20 minutos de voo em um pequeno avião ou duas horas e meia de barco.
Um dos principais festivais de musica brasileira, reunindo os grandes nomes do pop e do rock nacional, entre outras sonoridades, o Abril pro Rock chega à maioridade – é realizado ininterruptamente desde 1993 – apostando em outra fórmula: mostrar o trabalho de bandas de pequeno e médio portes, em especial das que “bebem” do cenário musical pernambucano. Os principais shows estão marcados para o fim de semana de 16 e 17 de abril, mas haverá apresentações no decorrer da semana seguinte, totalizando 11 dias de festival e cerca de 40 bandas escaladas, que tocarão em diferentes locais da cidade, muitas vezes com entrada gratuita.
Com o projeto Ocupação Chico Science, que rola até 4 de abril, o Itaú Cultural homenageia o criador do movimento mangue beat, cantor e letrista do Nação Zumbi, morto num acidente de carro, aos 30 anos, em 1997. Assim, o andar térreo do prédio recria o universo do músico pernambucano ao apresentar objetos pessoais – incluindo a réplica de um carro Landau que pertenceu a Science -, fotos, gravações inéditas, cartazes de shows e imagens de arquivo. Familiares, amigos e parceiros musicais têm seus depoimentos apresentados, t mostrando a atmosfera do Recife das décadas de 1980 e 1990 que inspirou Chico Science ‘ e outros “mangueboys”.
Nova York Estados Unidos: em seus últimos 30 anos de vida, Claude Monet (1840-1926), um dos mais célebres pintores impressionistas, dedicou-se a retratar as flores e a ponte do belo jardim de sua casa em Giverny, na França, dando origem a cerca de 250 pinturas da famosa série Nin-leias. Até 12 de abril de 2010, o MoMA (Museum ol Modern Art) apresenta tais obras que constam de sua coleção, como o fantástico mural Reflexos de Nuvens na Lagoa de Ninleias e o painel e os quadros que mostram tais plantas cultivadas no lago da propriedade do pintor. Também estão expostas as pinturas A Ponte Japonesa e Agaphanlus. além de duas telas que loram emprestadas por terem relação com a série de Monet.
Madri Espanha: motivado pela publicação de um catálogo dedicado à coleção de pintura holandesa do século 17 que consta de seu espetacular acervo, a qual é pouco conhecida pelo público, o Museu do Prado organizou a mostra Holandeses no Prado. Até 11 de abril de 2010, será possível ver um conjunto de obras que retratam temas recorrentes da escola holandesa daquela época: cenas marítimas, invernais e históricas, paisagens e retratos, entre outros, pintados por nomes como Swanevelt, Both e Philips Wouwerman, além do mestre Rembrandt, autor de Judite no Banquete de Holofernes (quadro antes conhecido como Arlemisa), que foi adquirido pelo rei Carlos III e é considerada uma das obras-primas do museu.
Londres Inglaterra: além de Nova York, onde há anos está em cartaz o musical Mamma Mia’., que tem todo o seu enredo “amarrado” por canções do Abba, fãs do grupo sueco, que fez grande sucesso nos anos de 1970 e no começo dos de 1980 com hits como Dancing Queen e The Winner Takes. têm mais um endereço para relembrar e até cantar com o quarteto: o centro de exposições londrino Earls Court, que até 28 de março de 2010 abriga a exibição interativa Abba World. Além de lotos, filmes, roupas usadas por Agnelha, Benny, Bjòrn e Frida nos shows e “objetos” como o helicóptero que está na capa do disco Arrivai, sem falar da reprodução de cenários importantes para a banda – como a cabana na beira da praia onde o quarteto compôs muitos de seus grandes sucessos -, a mostra coloca os visitantes no palco com o Abba.
Passageiros dos aeroportos brasileiros que embarcam tanto para destinos domésticos como internacionais estão tendo de mostrar um documento de identificação quando é anunciado o embarque antes, apenas o cartão de embarque era solicitado para o passageiro ter acesso à aeronave, já que a conferência do documento pessoal era feita apenas no check-in e, no caso de vôos internacionais, também por funcionários da Polícia Federal. Documentos funcionais expedidos pelos poderes Legislativo e Judiciário estaduais também podem ser apresentados (pela legislação anterior, somente valiam os documentos federais).
O objetivo da resolução, criada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), é que as companhias possam cerlificar-se de que a pessoa que fez o check-in é a mesma que entra no avião – por incrível que pareça, não são raros os casos de passageiros que tentam embarcar com o bilhete em nome de outra pessoa. A medida também aumenta de 15 dias para dois meses o prazo para utilização de boletins de ocorrência quando o passageiro perde ou tem roubado seu documento de identificação. E caso seja necessário, o boletim poderá ser reutilizado.









