Ilha Magdalena

A LUZ DO SOL entrou tímida pela fresta da cortina. Aos poucos, a cabine foi se iluminando, tirando da cama o mais renitente dorminhoco. Antes das 6 e meia, todas as cortinas se abriram para um dia que se prenunciava especial. O Via Australis já estava parado, só no embalo do mar tranqüilo, muito perto da Ilha Magdalena, onde se desenrolaria o ato final do uma viagem ao fim do mundo, que começara oito dias antes, em Punta Arenas, no Chile, e terminaria também ali.

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