Informação turismo da paraty

Paraty, que chegou a ser o segundo maior porto do Brasil e a ter 150 alambiques, tornando-se sinônimo de cachaça, entrou no século 20 com esquálidos 600 habitantes.
“Ruía um sobrado por mês”, conta a historiadora Teresa Camargo Maia.
E foi assim, decrépita, que um século depois ela acolheu os exilados da revolução militar no valhacouto de um poeta sem limites. Conta Amyr – e coutam os demais que viveram aqueles anos —, que o bar de Zé Kléber era uma esbórnia sem limites. De drogas à orgias, tudo era permitido na vila sem lei, onde já estavam instalados Djanira, Paulo Autran, Maria Delia Costa e, claro, um curioso Amyr Klink entrando na puberdade.

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