Voos cancelados

Mala noche.
O vôo foi cancelado e o pernoite, pago pela Gol. Mas ela considerou o hotel uma espelunca.
O vôo da Gol de Buenos Aires para São Paulo sairia às ígh. Já dentro da aeronave, soubemos que o avião não decolaria devido a uma falha técnica. As 23h ofereceram um jantar e apenas às 2h30 da manhã, ao confirmarem que o avião partiria no dia seguinte, nos enviaram para um hotel. Com pessoas irritadas e crianças chorando, chegamos ao estabelecimento, de uma estrela, numa região degradada e perigosa da cidade. Na recepção, apenas um funcionário -o único do hotel. Era muita gente para pouco quarto. Desconhecidos tiveram de ficar no mesmo apartamento. A porta do meu quarto não trancava e a janela não fechava. Não teria conforto nem segurança. Eu, meu marido e mais alguns do grupo voltamos ao aeroporto, de táxi – pago por nós. Sem informações, cochilamos nas cadeiras. De colamos ao meio-dia do dia seguinte. Adriana Maranhão, São Paulo, SP
Este relato abre espaço para discutir a eficiência e qualidade dos serviços prestados pelas companhias aéreas em situações adversas. Não é raro (ainda mais ultimamente) que vôos atrasem ou sejam cancelados. De acordo com a Convenção de Varsóvia, acordo internacional assinado pelas companhias aéreas, para esperas mais longas que quatro horas, o passageiro tem direito a alimentação, hospedagem, transporte até o hotel e um telefonema. Pelo relato da passageira, a Gol cumpriu esses requisitos. Mas, ainda segundo ela, ofereceu um hotel sem padrões mínimos de segurança e conforto, colocando seus passageiros em perigo. Procuramos, então, a Gol, para ouvir sua defesa.

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