Pontos turisticos de bariloche

UM LUGAR A DESCOBRIR A principal avenida de Ushuaia, cidade mais próxima da estação de Cerro Castor.
Um achado budget…
O Centro de Actividades de Montaria La Hoya (54-2945/45-2974, camlahoya.com), a 13 quilômetros de Esquel, é a melhor estação “desconhecida” da Argentina – por enquanto, pelo menos. Dispostas em uma espécie de anfiteatro natural que se afunila até a base, as 24 pistas de La Hoya são bem cuidadas e quase nunca estão cheias.
A primeira nevada deste ano no país caiu aí, em fins de abril, e a temporada normalmente se estende até outubro. É um lugar perfeito para aprender a esquiar sem pressa. E tem o passe diário mais barato da América do Sul, entre 52 e 65 pesos. A hospedagem também não sai cara: as cabanas com três dormitórios, para seis ou oito pessoas, do Rayen-Hue (Mi-guens, 40,54-2945/45-2185), custam 100 pesos por dia.
A região, até nas condições climáticas, lembra o Velho Oeste americano do início do século 20 – aliás, essa área da Argentina serviu de refúgio aos foras-da-lei interpretados por Paul Newman e Robert Redford no western Butch Cassidy and the Sundance Kid (1969). Um pouco do espírito daqueles tempos sobrevive numa das raras locomotivas a vapor ainda em funcionamento no mundo: LaTrochita, também chamada de O Velho Expresso Patagônico.
No povoado de Trevelin (24 km pela Estrada 259), prove o chá galés com tortas típicas (e meio amargas) dos imigrantes britânicos no Naim Maggie (Perito Moreno, 179,54-2945/48-0232; 20 pesos para dois). De volta a Esquel, vá de pizza no forno a lenha (S 25) e cerveja Quilmes Imperial (S 7) na cantina Fitzroya (Rivadavia, 1048, 54-2945/45-0512). A cidade possui um aeroporto, com vôos de Buenos Aires. De carro, são cerca de quatro horas desde Bariloche pela RN 40.

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