A natureza não briga com o conforto

A natureza não briga com o conforto

O interior do país não é menos interessante. San José é uma cidade relativamente pequena (menos de 400 000 habitantes) com um certo ar metropolitano. Situada na Cordilheira Central, oferece shoppings, restaurantes de diversas procedências, hotéis de luxo e atrações culturais. O maior museu do mundo de jade das Américas fica ali. Muita gente se hospeda na capital e, de lá, parte para excursões diárias pelo país. Pertinho dali fica Sarchí, um lugarejo que vive de artesanato. No pequeno município são fabricados carros de boi pintados cuidadosamente a mão, símbolo da Costa Rica.

Na direção oposta, partindo de San José, fica Cartago, a antiga capital costa-riquenha, passagem obrigatória para quem vai até o Vulcão Irazú, o mais alto do país (quase 3 500 metros). Seu topo, coroado por um lago verde-esmeralda, normal mente fica aci ma das nuvens. Na Cordilheira de Tilarán, outro programaço é Monteverde, uma daquelas vilinhas frias que pedem lareira e um vinhozinho mesmo no verão. Os hotéis estão estrategicamente construídos às margens da floresta.

Já ia quase me esquecendo… A Costa Rica é um oásis de tranqüilidade na conturbada América Central. Considerado o país mais seguro e a democracia mais estável de toda a América Latina, não tem sequer Forças Armadas. Depois de uma guerra civil que eclodiu em 1948, a nação entrou num longo período de paz que dura até hoje. Na capital, os policiais andam de bicicleta, vestidos de shorts e camisetas. Roubos e assassinatos não costumam freqüentar as manchetes dos jornais. Todo o país é seguro. Seguro, bonito e… eu diria, encantador.

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