Arquitetura espanhola em Havana

Arquitetura espanhola em Havana

Na tela como ao vivo, a capital cubana está guardada numa cápsula do tempo. A arquitetura espanhola do início do século, os carrões americanos dos anos 50 esrá tudo lá. Só faltava uma bela mão de tinta. Um delicioso convite para conhecê-la está em Buena Vista Social Club (1999), documentário em que o diretor alemão Wim Wenders acompanha feras da música cubana. A casa noturna que dá título à fita está fechada, mas, como mostra um passeio com o mestre violonista Compay Segundo, ficava no bairro de Miramar, na esquina das ruas 21 e 42. A ação, mesmo, acontece principalmente pelas ruas do bairro de Centro Havana, onde moram o cantor Ibrahim Ferrer, o violonista Eliades Ochoa e outros, e por onde se estende a célebre Avenida do Malecón, caminho boêmio à beira-mar. O pre-miadíssimo Morango e Chocolate (1993) conduz o espectador-viajante pela ruas e praças do bairro turístico de Havana Vieja, além de exibit dois lugares imperdíveis: a sorveteria Coppelia (na larga praça da Avenida L entre as ruas 21 e 23, bairro de Vedado) e o campus da Universidade de Havana (em Centro Havana).

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