São Francisco: a cidade do Clint Easrwood

São Francisco: a cidade do Clint Easrwood

O astro preferido da cidade é Clint Easrwood, ex-prefeito da vizinha pequena e rica Carmel. Quando a ação não está no Velho Oeste, é em São Francisco que Easrwood prefere filmar seja no papel do tira durão Harry Callahan de Perseguidor Implacável (1971) e Magnum 44 (1973), seja como um presidiário engenhoso que tenta uma Fuga de Alcatraz (1979). Mas nem Easrwood conseguiu perpetuar na memória da cidade imagens e sons mais perfeitos do que Um Corpo Que Cai (1958), do mestre inglês Alfred Hitchcock. Nesse clássico do suspense e do romance, a trama leva o atormentado ex-policial e agora detetive particular Scottie (James Stewart) a seguir a bela e misteriosa Madeleinc (Kim Novak) pela cidade do fino apartamento dela em Nob Hill (Rua Mason, 2000) até uma loja de flores na Avenida Grant, depois ao velho cemitério espanhol na Mission Dolores, então para a galeria de arte do Califórnia Pa-lace of the Legion of Honor e, de lá, para o McKittrick Hotel (na Rua Eddy). No dia seguinte, Scottie a segue de novo, mas o passeio termina na beira da Baía de São Francisco, logo debaixo da Ponte Golden Cate. Ali, Madeleine pula para se afogar: Scottie a salva e a paixão é imediata. Muito mais acontecerá até o desfecho (que não conto) na torre da missão espanhola de San Juan Bautista (uns 150 quilômetros ao sul de São Francisco). Ah, sim: a tradicional aparição de Hitchcock ocorre na calçada oposta ao cais do distrito de Mission.

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