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Turismo responsável Terra Ronca Goias

Atualmente, é graças ao ecoturismo que a realidade econômica, social e cultural desse povo começa a mudar para melhor. Conscientes de que somente a preservação dos diferentes ecossistemas garantirá o contínuo aumento das visitas ao parque de Terra Ronca Goias, são os próprios filhos da terra que esperam sua visita. E tenha certeza de que você será bem recebido.

Turismo em cavernas

O turismo em cavernas ainda é uma atividade relativamente recente, mas que vem crescendo a cada ano. Lagos, cachoeiras subterrâneas, estalactites, colunas e grandes salões internos têm chamado a atenção de turistas e aventureiros. Existem hoje mais de 50 cavernas turísticas e semiturísticas espalhadas pelas diferentes regiões do País. No mundo, são cerca de 800 cavernas de uso turístico, que são visitadas anualmente por mais de 30 milhões de pessoas. Por todo o planeta e desde a pré-história, a amplidão e o formato, aliados ao ambiente silencioso e misterioso, transformaram muitas cavernas em símbolos religiosos, visitados por fiéis e peregrinos de todas as culturas e crenças.

Salão dos Espelhos e do belo Salão das Cortinas

Ali, o destaque fica por conta do Salão dos Canudos, do Salão dos Espelhos e do belo Salão das Cortinas, todos muito visitados. Outros pontos são escuros e escondem galerias extremamente preservadas. No final da Gruta da Angélica, por exemplo, existe um acesso para outra caverna, chamada Bezerra. Como quase nenhum visitante foi tão longe para bem explorá-la, seus detalhes ainda permanecem como um “mistério”.

Festa de Bom Jesus da Lapa

Com abóbadas que chegam aos cem metros de altura partes, a Caverna Terra Ronca, no passado, sofreu um desabamento que a dividiu em duas. Bem no começo do primeiro salão há uma formação que se parece com um altar, a qual, na primeira semana de agosto, é palco para a tradicional Festa de Bom Jesus da Lapa, que atrai milhares de romeiros vindos principalmente dos Estados de Goiás e da Bahia. Os fiéis rezam, pagam promessas e, depois, caem na folia: comem, bebem e se divertem nos grandes ranchos cobertos por folhas de palmeiras. Nesse período, apesar do caráter religioso e cultural do evento, infelizmente não existe uma estrutura adequada para receber tantos visitantes.

O Caverna de Terra Ronca

A Caverna Terra Ronca, que batizou o parque, é a mais conhecida do complexo, tendo esse nome graças ao barulho produzido pelas águas que circulam em seu interior. O movimento do rio cria um ruído “rouco”, provocado pela força da correnteza nas profundezas da gruta. A formação caracteriza-se principalmente pelo enorme pórtico e pela grandiosidade dos salões, alguns com até 150 mil metros quadrados. Assim, visitar esse “templo” é imprescindível num passeio pela região. Mas é bom ter espírito de aventura, pois em alguns trechos da caverna o visitante fica com água até a altura do peito, o que causa um certo receio misturado com a euforia de estar se embrenhando numa atividade incomum.

Rios que nascem na Serra Geral

A existência de inúmeras cavernas, com um rico sistema de espeleotemas (denominação genérica para as formações encontradas nesses locais), deve-se em boa parte à ação dos rios que nascem na Serra Geral. Com o volume deles “descarregado” sobre os maciços de quartzito e sobre as formações de rochas calcárias do parque, ao longo de milhares de anos, uma série de cavernas. Tais estruturas, em toda a região, têm em comum as galerias quilométricas e um grande volume de cursos d’água.

Ilha da Digue

Repletas de florestas nativas e mar estonteante, as duas ilhas mais habitadas enchem os olhos dos visitantes, até mesmo dos que já estão acostumados com as belas praias brasileiras. O visual mais incrível, porém, pertence à outra ilha: La Digue. Com litoral todo recortado, permite ao sortudo que estiver por lá pipocar entre as dezenas de praias diferentes – distintas umas das outras e também de outras praias do mundo.

Praia semideserta da Ilha

Praia da Ilha: se você está imaginando dezenas de ilhotas uma do lado da outra, pense de novo. As diminutas formações de terra estão espalhadas por uma área de 1,34 milhão de km2. E bem provável que nem os nativos conheçam todas as ilhas. Mas não precisa se chatear com a distância, até porque o próprio meio de transporte pode contribuir para a diversão. De Mahé até Praslin, que você não pode deixar de conhecer, são 20 minutos de voo em um pequeno avião ou duas horas e meia de barco.

Festivais de musica brasileira em Recife

Um dos principais festivais de musica brasileira, reunindo os grandes nomes do pop e do rock nacional, entre outras sonoridades, o Abril pro Rock chega à maioridade – é realizado ininterruptamente desde 1993 – apostando em outra fórmula: mostrar o trabalho de bandas de pequeno e médio portes, em especial das que “bebem” do cenário musical pernambucano. Os principais shows estão marcados para o fim de semana de 16 e 17 de abril, mas haverá apresentações no decorrer da semana seguinte, totalizando 11 dias de festival e cerca de 40 bandas escaladas, que tocarão em diferentes locais da cidade, muitas vezes com entrada gratuita.

Chico Science em São Paulo

Com o projeto Ocupação Chico Science, que rola até 4 de abril, o Itaú Cultural homenageia o criador do movimento mangue beat, cantor e letrista do Nação Zumbi, morto num acidente de carro, aos 30 anos, em 1997. Assim, o andar térreo do prédio recria o universo do músico pernambucano ao apresentar objetos pessoais – incluindo a réplica de um carro Landau que pertenceu a Science -, fotos, gravações inéditas, cartazes de shows e imagens de arquivo. Familiares, amigos e parceiros musicais têm seus depoimentos apresentados, t mostrando a atmosfera do Recife das décadas de 1980 e 1990 que inspirou Chico Science ‘ e outros “mangueboys”.