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Melhores estabelecimentos em Santo André

Melhores estabelecimentos em Santo André

Cansado de se exasperar com as deficiências dos hotéis que conheceu no Brasil, o arquiteto Bennett, ele próprio um freqüentador exigente dos melhores estabelecimentos do mundo, tomou para si a complicada tarefa de construir, numa fazenda de coco no município de Santo André, no sul da Bahia, um hotel digno de seus amigos da alta roda.
A cruzada começou pela escolha do terreno, avistado pela primeira vez à la Cabral, do alto-mar, quando Bennett partia com a esposa para um cruzeiro pelo Caribe. A larga extensão de coqueirais, a 30 quilômetros do aeroporto de Porto Seguro, parecia feita sob medida para o empreendimento. “Ao contrário de Arraial d’Ajuda, que já está tomada pelo turismo predatório, Santo André continua sendo uma tranqüila vila de pescadores”, conta Bennett, filho de poloneses. “E regras rígidas de preservação ambiental devem mantê-la assim por muito tempo, já que a região toda faz parte de uma reserva.”

Toca do Marlin é o hotel mais caro do Nordeste

Toca do Marlin é o hotel mais caro do Nordeste

Eum hotel de frente para a praia, tem piscina e fica na Bahia. Para a imensa maioria dos brasileiros, essas três características já bastariam para classificar o Toca do Marlin na categoria dos destinos dos sonhos, sejam eles realizáveis ou não. Mas os hóspedes habituais do mais caro e luxuoso resort da costa nordestina não fazem parte, absolutamente, da maioria. Longe disso. Para agradá-los, não basta uma suíte numa bela praia baiana, ao lado de uma piscina convidativa. São obrigatórios funcionários uniformizados e ar-condicionado regulável grau a grau. É desejável a presença de um chef de renome pilotando as caçarolas e um barman capaz de elaborar, com perfeição, os drinques senados na varanda. Enfim, para satisfazer a essa abonada minoria que freqüenta lugares como o Toca do Marlin, um hotel precisa ser impecável. Custe o que custar. E, quase sempre, custa.

O único trabalho é escolher um restaurante à noite

O único trabalho é escolher um restaurante à noite

A melhor forma de curtir Pipa e arredores é num bugue ou num 4×4. É que a maioria de suas estradas cruza dunas e areais à beira das falésias. É o caso do passeio que vai até Barra do Cunhaú, um programa fantástico que inclui travessia de balsa e uma visita ao mangue e às piscinas naturais. Aproveite o carro para ir também à simpática cidade dellbau do Sul, onde está a Lagoa de Guaraíras, cujo pôr-do-sol já virou atração turística, libau do Sul possui boa infra-estrutura turística e é uma opção bem legal para quem quer sossego, que, aliás, existe quase que em excesso por lá.

O Santuário Ecológico é um dos poucos programas que não exigem carro, mas muita disposição física. A reserva, criada por um inglês, é um dos trechos mais preservados de mara virgem do litoral potiguar. Ela é cortada por dezesseis trilhas, como a Vereda da Moça Branca, um grande túnel com alguns mirantes que faz com que o visitante se sinta como se estivesse brincando de esconde-esconde com o mar. Não deixe de tomar uma “ducha” no Pote Que Chora, uma imensa cacimba pendurada em uma árvore. Nesse ponto pode-se descer a escada de corda do Caminho do Pirata, que vai desembocar na Praia do Madeiro, uma das mais legais de Pipa.

Além de bonita e ótima para uns mergulhos, a praia tem um bar que serve como ponto de reabastecimento para os sedentos e famintos. Uma alternativa bacana para a volta é o caminho da praia. Ao cruzar a Ponta do Madeiro, você dá de cara com a Baía dos Golfinhos, que realmente faz jus ao nome, já que é bem comum encontrá-los por lá no final da tarde, principalmente próximo ao Curral dos Peixes. A figura de um golfinho, aliás, é o símbolo adotado por Pipa. Pode-se chegar à Baía também pelos barcos que vão da Praia da Pipa até a enseada do Madeiro, com uma parada estratégica para mergulho na Baía. Agora, se você for do tipo que detesta multidão, evite esse passeio nas altas temporadas. O barco vai lotado.

O Rio Grande do Norte tem 300 dias de sol por ano

O Rio Grande do Norte tem 300 dias de sol por ano

A história de Pipa remonta aos primeiros registros cartográficos da capitania do Rio Grande, ainda no século 16. Neles, a pequena vila aparece com o nome de Orotapiry, que em tupi significa “aldeia do homem branco”. Em 1626 uma outra anotação dava-lhe o nome de Itacoatiara, ou “a pedra principal de cor amarelada”. Ela ainda viria a se chamar Ponta do Cabo Verde antes de virar de vez Praia da Pipa. A origem do nome se deve à semelhança da Pedra do Moleque com um barril (o que ninguém explica é por que a Pedra do Moleque não se chama Pedra da Pipa).

O que atrai tantos gringos e jovens para Pipa é uma invejável combinação de fatores. O primeiro é o solar. O Rio Grande do Norte tem 300 dias de sol por ano, provavelmente muito mais do que um dinamarquês veria em toda a sua vida nórdica. O segundo é a mistura fantástica de encostas com falésias, baías de águas calmas com piscinas naturais e praias com ótimas ondas para surfe. Pipa também tem a noite mais animada do litoral acima de Recife. Por isso é comum encontrar nos fins de semana e feriados gente de Maceió, Fortaleza e João Pessoa.

A Praia Central no entanto é a atração menos interessante do local, uma muvuca de mesinhas com guarda-sóis e o som de alto-falantes no último volume. Algo assim como Arraial d’Ajuda nos seus dias de rush. O melhor mesmo é caminhar algumas centenas de metros para curtir a Praia do Amor. Sai primeiro trecho tem ondas fortes que atraem surfistas. Tem meia dúzia de quiosques, mas o clima é cool, bem diferente do da Praia Central. Seguindo mais para o sul, chega-se à Praia dos Afogados, onde se encontra a Pedra do Moleque. Mais adiante, na Praia da Cancela, há uma escada íngreme que sobe pela falésia até um dos trechos mais cobiçados da região: o Chapadão. O termo cobiçado aqui não é figura de linguagem. A área está sob litígio e rola uma briga entre ecologistas e hoteleiros envolvendo a construção de um mega-hotel no local. Ok, todos nós já vimos esse filme antes.

O show da Praia da Pipa

O show da Praia da Pipa

Seguindo pela estrada, poucos minutos depois chega-se ao centro de Pipa. A vila fica encarapitada sobre uma falésia (não dá para notar isso no primeiro momento) e, como todo povoado que se preze, cresceu ao redor de uma rua principal. Hoje a ex-ruazinha ganhou o status de avenida (ou pelo menos o nome) Baía dos Golfinhos e está cheia de restaurantes e lojinhas simpáticas. É nesse momento que bate a iluminação: só mesmo Pipa poderia ser a praia mais badalada do Rio Grande do Norte. Se o litoral potiguar fosse Ipanema, Ponta Negra seria o Posto 6 e Pipa o Posto 9. O charme de Pipa consiste em misturar jovens de todos os tipos e tribos: surfistas, maluquetes, gringos… Aliás, a legião estrangeira que se instalou no local é responsável por boa parte de seu charme atual.

A maioria veio para passear e simplesmente não conseguiu mais ir embora. Estacionaram por ali, abriram pousadas e restaurantes e criaram uma espécie de União Européia em miniatura. Em Pipa você pode tomar uma sopa na so-paria do francês (o Patric, que é a cara do ator Dudley Moore), comer uma tortilla na casa da espanhola, bebericar um café no coffee shop do inglês e curtir um crepe regado a am-bientmusic no restaurante do dinamarquês (que, aliás, produziu uma coletânea absolutamente moderna intitulada “Ambient Pipa”). E isso tudo minutos depois de ter saído de um cenário digno de romance de José Lins do Rego.

Ou ver enquanto é tempo

Se você se sente chateado por ter deixado de conhecer os lugares acima, apresse-se. Há centenas de outros que também correm o risco de desaparecer. A World Mo-numents Fund, uma fundação que luta pela preservação do Patrimônio Histórico Mundial, elaborou uma lista com os 100 monumentos mais ameaçados. Nela figuram as ruínas incas de Machu Picchu, no Peru, que, segundo especialistas, estariam deslizando 1 centímetro por mês em direção ao abismo devido à erosão provocada pelo excesso de turistas. O Templo de Angkor, no Camboja, vem sendo saqueado por contrabandistas. Na China, fungos ameaçam o exército de argila de Xian, de mais dc 2 000 anos. Os afrescos da Capela Sistina, no Vaticano, estão desbotando gradualmente por causa dos flashcs que os turistas insistem em espoucar, ignorando os insistentes pedidos do museu.

Dois lugares brasileiros figuram na lista da World Monuments: o Convento de Santo Antônio do Paraguaçu, em São Francisco do Paraguaçu, na Bahia, e a Vila de Paranapiacaba, em Santo André, Grande São Paulo. O convento, uma construção de 1650 bancada pelos latifundiários do café, hoje encontra-se às traças. Só uma reforma urgente poderá impedir seu desmoronamento. Paranapiacaba também surgiu com o café. Na vila, passava a estrada de ferro Santos-Jundiaí, construída para levar os grãos até o Porto de Santos. Outrora habitada por ingleses, suas casas exibem um visual vitoriano. Com a desativação da ferrovia, nos anos 70, os moradores migraram dali e a deterioração tomou conta.

Cores e sabores de uma gastronomia única

Da cultura à mesa a gastronomia mineira é um capítulo à parte. Reconhecida e apreciada internacionalmente, é um espetáculo de cores e sabores ao mesmo tempo em que é reconhecida como um dos berços da culinária genuinamente brasileira. Influências indígenas, negras e européias estão presentes em vários pratos, criados a partir dos ingredientes chamados “de quintal”: as carnes de frango e de porco, os queijos, o milho, as raízes, ervas e vegetais da região. São tantas as delícias que o turista pode passar o dia inteiro alimentando a alma com uma boa “prosa” e o corpo com os maravilhosos quitutes.
Pratos como feijão tropeiro, frango com quiabo e angu, carne com ora-pro-nóbis e a própria feijoada, também ganham o paladar dos visitantes. Além, é claro, do queijo mineiro, produto patrimônio do estado, como o Canastra e o Serio, acompanhado, para quem aprecia, as melhores cachaças do Brasil.

Estâncias: o turismo de bem-estar

No roteiro do turismo de bem-estar, Minas Gerais reserva uma grande surpresa com as estâncias hidromine-rais, que integram os Circuitos Turísticos das Águas, Caminhos Gerais (Poços de Caldas) e Canastra (Araxá). Na região da Seira da Mantiqueira, na divisa entre São Paulo, Mineis Gerais e Rio de Janeiro, balneários como Caxambu, São Lourenço, Cambuquira, Lambari e Poços de Caldas convidam a desfrutar do clima bucólico e refazer as energias nas fontes das águas com inegáveis propriedades medicinais.
Ainda neste roteiro de bem-estar e energia, o turista se depara com opções que se estendem pela região da Serra da Canastra. No entorno deste cenário verde, destaque para Araxá, conhecida pelas fontes terapêuticas, sabonetes de lama e a lembrança de Dona Beja. Seu marco maior é o Complexo do Barreiro, onde estão localizados as Termas e o Grande Hotel, com sua arquitetura imponente dos anos 40.

Os caminhos da Estrada Real

A rota turística da Estrada Real, que integra 198 municípios de Minas, Rio de Janeiro e São Paulo, é atualmente sinônimo de diversidade. Neste caminho, existem opções para aventura, eco-turismo, cultura, história e gastronomia. Trezentos anos de uma história cons-truída através dos caminhos das tropas, que no passado partiam dos portos de Paraty e do Rio de Janeiro, passando por Villa Rica para chegar ao arraial do Tijuco.
A Estrada Real possui três caminhos históricos e uma variante, que compõem seu eixo principal: Caminho Velho, que liga Parati’ a Ouro Preto; Caminho Novo, que une Rio de Janeiro a Ouro Preto; Caminho dos Diamantes, que vai de Ouro Preto a Diamantina; e variante de Sabarabuçu que vai do distrito de Glaura (Ouro Preto) a Cocais (Barão de Cocais).

Visitando os destinos da Estrada Real, o turista poderá fazer passeios de Ma-ria-Fumaça, conhecer o artesanato típico das regiões, vivenciar a natureza, cultura, história e aventura dos destinos, participar de festivais e eventos religiosos, como por exemplo, a celebração de Corpus Christi – que chama a atenção pela ornamentação das ruas com tapetes de serragem colorida, ilustrando desenhos religiosos.

A Unesco poderá reconhecer em breve a rota da Estrada Real como ‘Paisagem Natural”. Se conseguir esse título, a estrada Real fará parte de um seleto grupo de 25 patrimônios de diversos países, do qual faz parte o Caminho de Santiago de Compos-tela, na Espanha. Além de tomar a rota um bem mundial, espera-se que ela também seja declarada patrimônio nacional.

Vivências Rurais: cavalgadas pela Estrada Real

As pedras que pontilham os caminhos do ouro, a produção artesanal, a comidinha no fogão a lenha as técnicas agricolas, o cheiro forte do café, a arte barroca, as festas culturais e religiosas. Tudo isso e muito mais lém a ver com turismo rural, uma vocação natural de Minas.
Com o famoso “jeitinho mineiro”, hospitaleiro e acolhedor, que conta histórias à beira do fogão a lenha o turismo rural é uma grande oportunidade de o visitante vivenciar o interior de Minas.
Experimentar a vida no campo é uma experiência única onde o turista tem a oportunidade de conhecer fazendas e paisagens, além de ler contatos com animais e culturas agricolas.

Em Betim, no Circuito Turístico Verde Trilha dos Bandeirantes, o turista encontra um cenário de fazendas, alambiques, parque ecológico, pousadas, sítios de aluguel e estabelecimentos tipo “pesque-e-pague”. A cidade oferece o Caminho de Santa Quiléria – percurso sinuoso de 20 km de estrada de terra ladeada de bonitas paisagens, an ligas fazendas, lagoas e criatórios de avestruzes.
Em pequenas cidades como Florestal, encontram-se inúmeras fazendas de produção. Lá acontece a Festa da Colheita com exposição de produtos agricolas com rodeio, desfiles alegóricos e tradições folclóricas. Santana do Montes, no Circuito Turístico Villas e Fazendas, tem em sua área rural bons hotéis-fazendas, sítios-pousadas e fazendas históricas. O turista pode fazer passeios de charrete, canode-boi, carruagens, além de cavalgadas e caminhadas por trilhas.