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Cruzeiro norwegian sun

O transatlântico Norwegian Sun, com capacidade para 1936 passageiros, tem um roteiro de 14 dias, saindo em domingos e portos alternados, a partir de 6/12. Nesse dia, ele deixa Buenos Aires, passa por Montevidéu, Puerto Madryn, Stanley, Ushuaia, Punta Arenas, Puerto Chacabuco, Puerto Montt e chega a valparaíso. No dia 20, faz a rota inversa. Preço por pessoa em cabina dupla: US$ 999.

Cruzeiro ushuaia

A Terramundi oferece um programa misto, com dois dias de cruzeiro e seis dias de excursões por terra, de Buenos Aires a Ushuaia. O cruzeiro é feito no late Marpatag, para 14 pessoas, com saída de Calafate e passagem pelos glaciares Upsala e Perito Moreno. Com parte aérea e hospedagem incluída, o custo por pessoa, em apto. duplo, é de us$ 2.337, de 1o a 17 de dezembro.

Cruzeiro skorpios

O cruzeiro Skorpios II, navio com capacidade para 160 passageiros, tem o roteiro Puerto Montt/Glaciar San Rafael/ Puerto Montt, de 6 noites. Saídas em dezembro, dias 6 e 13, de US$1.570 a US$1.820 por pessoa em cabine dupla; dias 20 e 27/12, o preço sobe: de US$1.830 a US$ 2.080.

Cruzeiro australis

CRUZEIROS PARA ESCOLHER.
Via Australis.
O Via Australis e o Mare Australis fazem o roteiro Punta Arenas/ ushuaia, de 4 noites, e o de ushuaia/Punta Arenas, 3 noites. Para o primeiro, saídas a cada quatro dias, a partir de 1712. Último cruzeiro, 10/4. Preço por pessoa em cabina dupla: us$ 1.770 a US$ 2.727.0 segundo tem também saídas a cada quatro dias, a partir de 5/12. último cruzeiro: 14/4. Preço por pessoa em cabine dupla: US$1.330 a US$2.043.

Para chegar la cruzeiro na patagônia

PARA CHEGAR LA CRUZEIRO NA PATAGÔNIA.
Os glaciares, lobos-marinhos, pingüins e as impressionantes paisagens geladas continuam lá, como nos tempos dos pioneiros Fernão de Magalhães e sir Francis Drake. E o melhor: à sua espera

Cruzeiro maritimos na patagônia

CRUZEIRO NA PATAGÔNIA.
“Muita paz e tempo total para natureza. 0 fim do mundo estava em nós”
O frio não atrapalhou. Ao contrário 0 sol predominou na maior parte da viagem, deixando o cenário mais espetacular. Assim, os passageiros puderam curtir à vontade a paisagem única da Patagônia

Viagem de navio cruzeiro na patagônia

Mas para muita gente a melhor atividade mesmo era ficar no balcão do bar, atendido como rei pela dupla Eduardo e Emílio. Eles viraram figuras queridas na viagem, não só pelos esplêndidos e variados drinques que preparavam, mas por espantai o frio, assim que terminavam os passeios nas geleiras, Os grupos eram recebidos antes do retorno ao navio com ofertas tentadoras e irrecusáveis: uísque, chocolate quente ou ambos?

Bom humor a bordo do cruzeiro

Bom humor a bordo do cruzeiro.
Se os europeus representam 70% da ocupação do cruzeiro, isso se deve à presença espanhola. O advogado Jose Aliste, 56 anos, por exemplo, veio de Madri com a mulher, Maité. Advogado criminalista, Aliste já visitou mais de cem países, 47 deles exclusivamente para caçar, sua grande paixão, acima da profissão e das viagens. “Gosto de caça grande, como rinocerontes, elefantes, ursos. Estou sempre no Alasca e na África”, explica. E garante que não sente receio algum diante de tantos animais ferozes “Mais perigosos são meus clientes colombianos e russos”, diverte-se. Já para o casal Meyer, da França, nada como os grandes espaços, a presença intensa da natureza. Claude, 82 anos, e Yvette, 78, passaram 25 dias na América do Sul, visitando Machu Picchu, o Lago Titicaca e o Deserto de Atacama, antes de chegar á Patagônia. Juntos há 54 anos, os dois médicos moram em Antibes, na Cote d’Azur. O cruzeiro deixou-os encantados: “O barco é pequeno, perfeito para um bom convívio. As excursões foram muito bem organizadas,” elogia Yvette. Já Claude gostou de outro aspecto da viagem: “Nunca tinha estado em um cruzeiro com open bar”, diverte-se, com um copo de pisco sour na mão. Brasileiros são raros, mas aparecem. Neste, as representantes eram mulheres. A cardiologista Maria das Graças Cavalcanti Bandeira, 57 anos, de Natal, e a amiga Mércia Bezerra, 70 anos, esteticista, de Fortaleza, escolheram a viagem para a Patagônia como prêmio de consolação. “Na verdade, tínhamos planejado ir à Austrália e à Nova Zelândia, mas a demora para obtenção do visto nos fez desistir”, conta. O plano “B” dividiu as amigas: enquanto Maria das Graças queria ir para o Deserto de Atacama, Mércia sonhava com o fim do mundo. “Para não ter briga – viajam juntas há 18 anos -, ficamos com os dois. vamos do freezer para o grill’, brinca.

Cruzeiros de navio

Quem não queria palestras, tinha outras opções. Nada agitadas, é claro, para desapontamento de alguns. Bingo, trívias, cursos expressos de nós de marinheiro e vinho chileno, desfile de moda dos próprios passageiros e, na última noite, a rifa da bandeira e leilão da carta de navegação utilizada na viagem. Este último evento provocou momentos de suspense e emoção. No primeiro cruzeiro, o gigante sul-africano Colman venceu a disputa e levou a prenda por 140 dólares. No segundo, combate dólar a dólar, até que a carta ficou com a americana Natalie, que ofereceu imbatíveis US$ 170.

Cruzeiro na patagônia

Um cruzeiro no fim do mundo.
O capitão desliga os motores, o navio para. Minutos depois, os botes saem com os passageiros para o Cabo Horn, o ponto mais austral do planeta. Mais um capítulo desta aventura na Patagônia está começando