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Nova York Estados Unidos Claude Monet

Nova York Estados Unidos: em seus últimos 30 anos de vida, Claude Monet (1840-1926), um dos mais célebres pintores impressionistas, dedicou-se a retratar as flores e a ponte do belo jardim de sua casa em Giverny, na França, dando origem a cerca de 250 pinturas da famosa série Nin-leias. Até 12 de abril de 2010, o MoMA (Museum ol Modern Art) apresenta tais obras que constam de sua coleção, como o fantástico mural Reflexos de Nuvens na Lagoa de Ninleias e o painel e os quadros que mostram tais plantas cultivadas no lago da propriedade do pintor. Também estão expostas as pinturas A Ponte Japonesa e Agaphanlus. além de duas telas que loram emprestadas por terem relação com a série de Monet.

Saber Nova York ou Miami

Eu e minha mulher queremos, finalmente, conhecer os Estados Unidos. Como ela quer aproveitar para fazer compras, sugeriu Miami. Mas como eu gostaria de conhecer lugares que cansei de ver pela televisão, prefiro Nova York. Não temos tempo nem dinheiro para visitar as duas cidades, o que resolveria o problema. Como nós dois somos turrões, concordamos em pedir a opinião de vocês, que são especialistas, e acatá-la. Podem nos ajudar?

Vamos para Nova York

QUANDO O CLIMA PERMITE, OS NOVA-IORQUINOS VAO PARA A ORLA.
Saia de Manhattan e você encontrará lugares à beira de um espelho d’água, mais comuns numa ilha tropical do que numa ilha urbana. No Pier 66 Maritime, no Rio Hudson, trabalhadores que se livraram do escritório bebem sangria branca e cerveja Corona enquanto a noite fecha a cortina de mais um dia na cidade. Atracado no píer que balança levemente fica o Lightship Frying Pan, um navio vermelho enferrujado que ficou afundado na Baía de Chesapeake durante três anos antes de ser resgatado e rebocado para cá.
A bordo do navio eu encontro Max Pedane, que é o próprio capitão do mar aposentado, cerveja à mão. “Esta é uma das jóias escondidas da cidade”, diz ele. “Quando pensam em Nova York, as pessoas pensam em Broadway, lojas e luzes, e não em píeres e barcos. Mas esta é uma cidade cercada de água.” Do Píer 66, embarco no New York Water Taxi, uma barca de passageiros que circula pela extremidade sul de Manhattan e vai até Queens, em Long Island.
Desembarco em Hunter’s Point e descubro areia sob meus pés. Estou em Water Taxi Beach, uma praia falsa com palmeiras falsas e um bar exótico. Toda essa encantadora falsidade fica aberta entre os 016866 dfl maio e outubro, fechando nos períodos mais frios do ano. Water Taxi Beach parece mais longe de Manhattan do que a vista sugere. Olho para trás e vejo a silhueta recortada dos edifícios ao longe, os sons da cidade abafados pelo vento veloz do East River.
“Olhe para aquilo”, diz David Newkirk, intregrante de um grupo de street dance que essa noite está se apresentando na casa. “Não há lugar no mundo como esse.” Pergunto a ele o que há de tão especial na cidade e ele é enfático: “Nova York é o lar de todas as raças do planeta. E um belo acidente”.

Lugares escondidos em Nova York

ALGUNS DOS MELHORES RESTAURANTES FICAM NOS FUNDOS… OU ATÉ MESMO NOS SUBTERRÂNEOS.
ABowery Street, na região de Lower East Side, é uma rua repleta de lojas que vendem equipamentos de cozinha. Mas esqueça os enormes fornos de pizza e as pias triplas. Procure com atenção uma placa que indica Freemans Alley e siga na direção das luzes feéricas que Ficam no fim dessa viela, porque há uma masa a sua espera no Freemans Restaurant.
Criaturas empalhadas o espreitam das paredes dessa rústica taberna enquanto você contempla um cardápio que é puramente americano. Ignorando as exigências dos moderninhos do Manhattan, o chef Prestou Madson, da Geórgia do Sul, pôs no menu opções pesadas que são favoritas no sul, tais como pão de milho e canjica. Enquanto mistura uma jarra de um bloody marypicante, o barman Mike Martinez me parabeniza por eu procurar o Freemans. “Há muitos lugares escondidos em Nova York e vale a pena o esforço para encontrá-los. Eu não ficaria surpreso se você chegasse aqu i e me dissesse: “Estivemos num lugar em que passamos por dentro de um cano de esgoto para chegar, mas o baba ganoush [prato típico do Oriente Médio, com pasta de berinjela e tahine] era incrível!”
Ele não está longe da verdade. Em Little Italy, uma outra aventura gastronômica clandestina me leva, literalmente, aos subterrâneos. Uma placa de néon promete tacos para viagem, mas trata-se apenas de um truque grosseiro. Fale com o maitre e ele o conduzirá escada abaixo, passando por uma cozinha movimentada. Uma equipe de chefs latino-americanos lhe dará as boas-vindas de maneira bilíngüe quando você entrar numa caverna pouco iluminada, de teto baixo, com um burburinho de música e risadas. Trata-se do La Esquina, o restaurante mexicano mais amado e mais escondido de Nova York.
Entre no clima sorvendo uma taça de margarita margeada de sal no bar, que serve uma estonteante variedade de tequilas – desde a dose padrão cor de âmbar até outra de uma safra de dez anos atrás, que vai lhe deixar duro: custa US$ 150. O cardápio está repleto de clássicos pratos mexicanos, como carne assada e tortilhas com salsa, enroladas em carne de porco cozida.

Roteiro para nova york

POR UMA BOA COMIDA, A FILA VALE A PENA.
Os paulistanos têm fama de gostar de uma fila, mas os nova-iorquinos não se importam em enfrentá-las. E no caso da Clinton Street Baking Company, o fim com certeza justifica os meios. A espera daqueles que enfrentaram meia hora (ou mais) em pé, há uma pilha enorme de panquecas de mirtilo (blueberry) silvestre molhadas com manteiga de bordo, e um suco tão fresco, que até parece que você está chupando uma laranja.
Esse é o lugar preferido na cidade para um café da manhã – e não há nenhum segredo nisso. Christina Broccolini mora em West Village e é freqüentadora do Clinton Street. “Adoro esse lugar – os bolinhos são incríveis. Mas eu não tentaria vir aqui no fim de semana”, diz. “Geralmente há uma fila dobrando o quarteirão, e sei que as pessoas esperam mais de duas horas por uma mesa.”
Igualmente pacientes são os fãs de hambúrgueres que formam uma fila sinuosa em torno do Madison Square Park, onde fica o Shake Shack. Com três endereços na cidade, o Shack é uma instituição da Big Apple. Vende hambúrgueres e custard (creme de ovos) congelado, além de milk-shakes batidos à mão — tão espessos que você pode pôr a colher em pé dentro deles.
Tanto quanto uma experiência culinária, um hambúrguer do Shake Shack é uma experiência social, com nova-iorquino, felizes, falando o tempo todo com qualquer um que por acaso esteja com eles na fila. “São os melhores hambúrgueres de Nova York, sem dúvida”, confirma o homem atrás de mim. “Já esperei duas horas e nunca me arrependi.”

Roteiro em nova york

OS MELHORES BARES ESTÃO POR TRÁS DE PORTAS FECHADAS.
Beber às escondidas não é algo novo em Nova York. Quando a Lei Seca, nos anos 20 do século passado, tornou a venda de bebidas alcoólicas ilegal em todo o território americano, a cidade reagiu com a criação de bares ilegais onde o álcool rolava solto. Quase um século depois de a proibição ter sido suspensa, esse tipo de estabelecimento está ressurgindo, agora como um modismo.
No 102 da Norfolk Street, descubro uma placa da LES Toy Company. Sabendo que é um disfarce, sigo pela rua lateral e abro a porta sem sinalização que leva ao The Back Room. Do teto de lata às paredes forradas de tecido estampado, passando pelas telas de nus levemente iluminadas, o estabelecimento – instalado num lugar onde já funcionou um legítimo bar clandestino – é uma recriação fiel de um esconderijo dos anos 1920.
Nada mais é original. Apenas o próprio bar, onde garçons servem drinques em xícaras de chá e cervejas embrulhadas em sacos de papel marrom. “Há uma longa tradição de bares secretos em Nova York, e esse é um valor que queremos manter. Quanto mais difícil encontrar algo, mais as pessoas querem procurá-lo”, diz o barman George. É o caso do Crif Dogs. Diariamente, às 3 da tarde, o telefone dessa lanchonete especializada em cachorros-quentes no East Village começa a tocar. As pessoas não estão atrás de fast-food, mas de uma cobiçada reserva para o PDT (Please Don’t Tell). Consigo um lugar e entro pela antiga porta dobrável da cabine de telefone da lanchonete. Uma vez lá dentro, como que por milagre, a parede cinza move-se para revelar uma anfitriã sorridente e uma sala de estar privada.
O barman do PDT, Jim Meehan, me prepara um Blacktorn Rose, drinque com gim e uma infusão de flores. “Acho que somos uma espécie de bar ilegal moderno”, concorda ele. “Mas nunca tentamos realmente nos manter escondidos. É tudo um jogo muito divertido.”

Casa branca washington

Casa branca washington, EUA.
Flamingos na neve.
Esta foto foi tirada no Zoológico Nacional de Washington. Quando comegou a nevar, a curiosidade me levou aos flamingos; eu esta va pensando em como aqueles animáis de aparéncia frágil conseguiam manter-se aquecidos. Foi bastante divertido ve-los juntos de pé em urna piscina aquecida, com a nevé se acumulando em suas penas. Eles pareciam estar tendo urna discussao animada e nem sequer haviam percebido o clima ruim. Encontrar aqueles flamingos tagarelas foi urna experiencia verdaderamente animadora.
Jogar conversa fora parece ser a melhor opcao para estes flamingos que tentam ignorar o clima inclemente.