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Itália, museu a céu aberto pronto para encantar

Itália, museu a céu aberto pronto para encantar

Aproveitei minha participação em um congresso de Medicina em pleno coração da Toscana e parti para uma aventura por terras italianas. Rodei as principais cidades da Itália em 15 dias, durante o mês de junho. A viagem começou por Pisa, cidade que reflete boa parte da história medieval com suas construções muradas e a famosa Torre de Pisa. A verdade é que todos os caminhos levam a esse monumento. Em uma tarde, você conhece Pisa por completo e ainda prova uma autêntica refeição local com direito a pão e vinho. O preço é bem pequeno. Não se paga mais de dez euros. No dia seguinte, fui para a cidade vizinha de Barga, uma belíssima cidade medieval. Um cartão-postal ao vivo. Barga também pode ser desbravada em uma tarde. Só tenha disposição para andar e vá de sapatos confortáveis. Além das típicas construções e da igreja de pedra, a passagem em Barga é imperdível pelo sorvete. Lá, foi onde experimentei o melhor “gelato” de pista-che da minha vida! Antes de sair da Toscana, parei em Lucca. Também de arquitetura medieval, o destino é conhecido por ser a terra de Giuseppe Garibaldi, guerrilheiro italiano e que lutou em território brasileiro. Outra beleza de Lucca são os muros feitos com mosaicos pintados de ouro. Quando o sol reflete, o cenário é surpreendente. O tempo parece que anda mais devagar em Lucca. As pessoas utilizam as bicicletas como principal meio de locomoção.

Com o término de minhas atividades profissionais, minha próxima parada era Florença. Peguei o trem expresso por cinco euros e cheguei ao destino. Somente fique atento com a bagagem. Para quem quer desbravar várias localidades, o ideal é usar mochilas e não malas com rodinhas. Além da praticida-de, você poupa muito esforço físico. Nesses trens que cortam as cidades italianas, não há bagageiro, Como estava em um congresso, minha hospedagem em Pisa foi cinco estrelas em um resort magnífico. Em Florença, por conta própria, escolhi um hostel e não me arrependi. O local era limpíssimo e os hóspedes podiam guardar suas bagagens em armários com chaves. Fiquei dois dias na capital da Toscana e pude conhecer todos seus museus e igrejas. Lembre-se que no verão, o calor castiga. As temperaturas apontam facilmente mais de 30 graus.
Por isso, se for visitar os templos religiosos, fique atento para não cometer nenhuma gafe. Homens e Mulheres não podem entrar com blusas regatas, nem bermudas e chinelos. Para compras, as peças de vidro em murano são a melhor pedida e estão presentes em praticamente todas as lojas da cidade.

A fuga para Roma

A os 37 anos, atordoado pelas pressões sociais de escritor, ministro e, ainda por cima, amante de uma mulher casada por mais de dez anos, Johann Wolfgang von Goethe, o maior nome da literatura alemã de todos os tempos, decidiu pôr o pé na estrada a fim de espairecer. Em 1786, Goethe rumou secretamente para a Itália, que já era turística e nem sabia. O saldo dessa aventura, que se estendeu por dois anos, foi a transformação de seu diário de viagem num dos livros que melhor retratam o fascínio que a Itália exerce sobre turistas de todo o mundo: Viagem à Itália .

“O desejo de ver este país (…) transformou-se numa espécie de doença da qual apenas a visão disto tudo e minha presença aqui podiam curar-me”, escreveu Goethe. Como costuma acontecer com todo mundo que sonha em conhecer a Itália, Goethe estava especialmente ansioso por chegar a Roma, como mostram suas anotações de 1Q de novembro de 1786, quando ele finalmente teve a cidade eterna diante de seus olhos: “Atravessei voando, por assim dizer, as montanhas tiro-lesas. Verona. Vicenza, Pádua e Veneza conheci bem; Ferrara, Cento e Bolonha, apenas de passagem; de Florença, quase nada vi. O desejo de vir para Roma foi tão grande, crescendo tanto a cada minuto, que não pude me deter por mais tempo e passei apenas três horas em Florença. Agora estou aqui, calmo, tranqüilizado para toda a vida, ao que parece.

Sim, pois pode-se dizer que uma nova vida tem início quando se vê com os próprios olhos aquilo que, em parte, se conhece tão bem, por dentro e por fora. Todos os sonhos de minha juventude, vejo-os agora ganhar vida; as primeiras gravuras em cobre de que me lembro (meu pai pendurou vistas de Roma em uma ante-sala), eu agora as vejo de verdade, e tudo quanto eu conhecia há tempos, de pinturas e desenhos, gravuras em cobree madeira, em ges-so e cortiça, apresenta-se agora reunido diante de mim; aonde quer que eu vá, encontro velhos conhecidos num novo mundo; tudo é como eu imaginava, e tudo é novo. A mesma coisa posso dizer de minhas observações, de minhas idéias. Nenhum pensamento inteiramente novo me ocorreu, mas os velhos tornaram-se tão definidos, tão vivos, tão coerentes, que poderiam passar por novos”.

San Marco arregaça as calças

As mesmas águas que levam as gôndolas pelos canais que fazem de Veneza uma cidade única também são sua principal ameaça. Durante pelo menos cinqüenta dias por ano, a acqua alta, como os italianos se referem à alta das marés do Adriático, transtorna a vida de venezianos e turistas. Para amenizar o problema, o país vai investir 50 milhões de dólares numa operação de engenharia corajosa: elevar 25 centímetros a Piazza San Marco um ícone da cidade, com seus pombos e cafés. Os trabalhos vão consumir 50 milhões de dólares e deverão durar cinco anos.

Italiano com culinária

No programa de 4 semanas, realizado em Siena, na Itália, a parte da manhã é reservada ao ensino de italiano, enquanto as aulas de culinária são dadas no fim da tarde, com carga horária de 6 horas semanais.
Estão previstas visitas a atrações turísticas e preparação de receitas da cozinha toscana.

O ouro branco de Carrara

Do mármore Carrara todo mundo já ouviu falar. Mas a cidade de Carrara, na região da Toscana, também merece fama. Ela era o lugar preferido de escultores como Michelângelo e Leonardo da Vinci, graças ao mármore alvo e facilmente modelável da cadeia montanhosa de Alpi Apuane. A preciosa e delicada pedra ainda hoje é extraída, em grandes blocos, de fendas e escavações localizadas em Torano, Miseglia e Colonnata. Muitos artesãos e escultores da região vivem de obras feitas de mármore.

Pacotes de viagens Sicília

Sicília
Nada de ônibus. O roteiro é  personalizado: tem percurso de carro com motorista que fala português ou espanhol. Ele o levará a Taormina (com três noites no Hotel Villa SanfAndrea), sempre cheia de turistas, Siracusa e Ilha de Vulcano (três noites no Hotel Les Sables Noirs), e Arquipélago de Eolie. quando Saídas de 11 de junho a 9 de setembro.

Tudo sobre a italia

COMER:
Tire o sapato e coma descalço no La Tonnarella (Praia de Conca dei Mari-ni, 089/831-236). 0 ambiente é relaxado, tem ótimos frutos do mar e é a parada perfeita durante um passeio de barco costeando as falésias do litoral. 0 charmoso La Fontelina(l Fa-raglioni, fim da Via Tragara, 0818370845, só almoço; Cc: todos) é perfeito para chegar de barco. Leve toalha e roupa de banho, pois há guarda-sóis à beira-mar, fincados entre os rochedos em frente as formações naturais de pedras que se erguem da água, os faraglioni. O Cumpa Cosimo (Via Roma 44,089/857-156; Cc: todos), em Ravello, é um tradicional restaurante de mais de 300 anos que serve uma porção enorme (divida1) de uma mistura de massas (fettuccine, fusilli, tor-tellini e o que tiver de pasta fresca na cozinha) cobertas de um fragrante e delicioso pesto. O sorvete caseiro e o vinho da própria cidade facilitam a digestão. No Donna Rosa (Via Monte-pertuso, 089/811-806; Cc: todos), conte com comida estilo delia mamma como você imagina que deveria ser. E é a mãe mesmo que dirige a cozinha desse resturante familiar. Aqui se mangia bene sem ficar pobre. O Don Alfonso 1890 (Corso Sant’Agata 13,08V878-0026, donalfonso.com; Cc todos), o mais notório restaurante da região de Campanha, no vilarejo de SanfAgata sui due Golfi, oferece alojamento de cinco quartos acima do salão aos que não querem se aventurar a pegar a estrada após um farto banquete. Praticamente todos os ingredientes vêm do quintal do restaurante de Alfonso Laccarino. Tem uma das melhores cartas de vinho do país, o que atrai gourmets do mundo todo. Por fim, o LaSponda, do La Sirenuse (Via Cristoforo Colombo 30, 089/875-066; Cc: todos) é um dos melhores restaurantes da costa, com um menu criativo e muitos ingredientes locais (leia-se: frutas citricas, tomates e frutos do mar). Pratos principais em torno de € 40.

Hoteis em capri

Não conte com requinte na pousada La Fenice (Via G. Marconi 4,089/875-513; diárias de € 110 a € 160). Mas espere uma linda vista, quartos limpos e jardins bem cuidados. No terraço, café-da-manhãsimplérrimo: pão com ge-léia Piscina e acesso a uma pequena praia particular através de íngremes degraus. Na Ilha de Capri, o Capri Pala-ce (Via Capodimonte 2b, 081/978-0111, capripalace.com; diárias de € 310 a € 2 200; Cc: todos) é um hotel de super-luxo que fica em Anacapri, a parte mais alta e tranqüila da ilha.
Anote ai todos os hotéis parecem estar sempre lotados, pois hóspedes habitues costumam reservar com um ano de antecedência Como não são pré-pagas, as reservas vencem em fevereiro e março. Nessa época se abrem novas vagas.

Onde fica a Italia

Aberto do início de abril até fim de outubro, o II San Pietro (Via Laurito 2, 089/875-455, il sanpietro.it diárias de € 420 a € 900; Cc todos) tem minivan que leva e busca hóspedes até Po-sitano. No restaurante, reserve uma mesa no terraço ao lado do parapei-to para ter a melhor vista Quando o mar está calmo, o hotel oferece um passeio grátis de barco que sai por volta das nh da laje à beira-mar. Acorde cedo pra reservar uma cadei ra na piscina do terraço do Le Sirenuse (Via Cristoforo Colombo 30,089/875-066, lesirenuse.it; diárias de € 280 a € 1600; Cc todos). Tem o mel hor spa da região, aberto também para não hóspedes, assim como o restaurante e o bar no terraço do hotel com a melhor vista para a praia e a cidade de Positano. A 2 quilômetros de Amalfi, o Hotel Santa Caterina (Stra-da Statale Amalfitana 9,089/871-012, hotelsantacaterinait, diárias de € 230 a € 590, Cc: todos) fica na beirada da auto-estrada e às margens do Mediterrâneo. Tem piscina e o ambiente clássico e típico da região, com afres-cos nas paredes e coloridos azulejos pelo chão.

Ilha de capri na italia

QUEM LEVA.
Pela CIT (11/3217-8500, citbrasil.com. br), duas noites em Sorrento e duas na Ilha de Capri saem a USS 1769. Estão previstos city tours em Nápoles, Pompéia (com almoço) e tí-quete de ferry boat em Sorrento, Capri e Nápoles. A maioria dos pacotes que incluem a Costa Amalfitana, no entanto, trazem também outros destinos na Itália No combinado da CTC (11/3673-1505, ctctour. com.br), são duas noites em Nápoles, três em Sorrento e duas em Capri, todas em hotéis cinco-estrelas, por USS 4 320. Consulte também seu agente de viagens.