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Como chegar Costa Amalfitana

Como chegar.
O aeroporto mais próximo da Costa Amalfitana fica em Nápoles. Como não há vôos diretos do Brasil para lá, é necessário fazer uma conexão. Pela Alitalia (11/2171-7610, alitalia. com.br), a passagem custa USS1127, via Milão. Quem voa pela TAM (0800-5705700, tam.com.br) paga USS 1177 e pode escolher entre fazer a parada em Londres, Milão ou Paris. Em Nápoles, pode-se alugar um carro no próprio aeroporto na Europ-car (081/780-5643, europcar.it) ou na Hertz (081/780-2971, hertz.it). Quem quiser contratar um motorista para chegar até lá deve procurar a Auto-noleggio Morra (081/818-3719, auto noleggiomorracom). Bem mais econômica sai a viagem de ônibus: € 7. São seis horários, entre gh e igh3o, saindo do próprio terminal. Para uma chegada triunfal, de helicóptero, procure a Cab Air (39/081-789-9022, cabair.it), que também vende tours aéreos pela região.

Destino de viagem costa amalfitana

Mas, independentemente de onde você estiver, não deixe de subir os íngremes 5 quilômetros até Ravello (o tal Caminho dos Deuses). Perfeitamente implantada no topo dos socalcos onde é cultivado o vinho local, a cidade-zinha é conhecida por seus jardins e concertos de música de câmara ao ar livre durante o verão. A vista panorâmica lá de cima é o melhor cartão-postal de toda a região. E, para encerrar a viagem com estilo, reserve uma noite em Capri. É quando a multidão de turistas volta a terra firme que se pode sentir toda a verdadeira magia da ilha. Para a despedida, preparamos um grandfinale-. alugamos a estilosa lancha do Le Sirenuse, uma Riva Aquara-ma de 1972. Paramos pra almoçar no La Fontelina, restaurante em frente ao Faraglione, a formação rochosa símbolo da ilha. Aproveitamos pra ver a espetacular Gruta Azul, onde a abertura parcialmente submersa da caverna cria um efeito de o mar estar sendo iluminado por baixo. Esse espetáculo fica gravado na memória para sempre, não há fotografia que consiga capturá-lo. É por esse e tantos outros encantos que não dá para não voltar. E il vero amore, ao qual, aposto, você não vai conseguir resistir.

Hoteis na costa amalfitana

Há tantos hotéis maravilhosos ao longo da costa que a escolha de onde se hospedar se torna uma tarefa agradavelmente complexa. Justamente por não conseguir me decidir, minha estréia na região, em lua-de-mel, foi um delicioso troca-troca de hotéis que durou duas semanas. Testamos quatro e fechamos a viagem na Ilha de Capri. A primeira parada foi no II San Pietro, um hotel encarapitado no morro, com todas as amenidades cinco-estrelas enfiadas numa arquitetura estilo formigueiro. Apesar de os 6o quartos, todos com seu próprio terraço, serem empoleirados um em cima e ao lado do outro, a privacidade é total e sempre há vista para o mar. O panorama é sensacional. Um elevador escavado na rocha leva os hóspedes até a praia: um pedacinho de chão à beira-mar coberto de pedrinhas.
Na seqüência rumamos para o Santa Caterina, outro luxuoso hotel mais perto de Amalfi. A área das cadeiras de praia fica numa espécie de plataforma à margem do mar, construída sobre as pedras. E a piscina é logo ali. No melhor estilo italiano-insider, peça um Aperol Soda. É uma bebida parecida com o Campari, só que de cor laranja e sem o gosto amargo. Nada mais apropriado. Nossa suíte ficava separada do prédio do hotel, num chalé independente. Para chegar até lá, era preciso percorrer um delicioso túnel de limoeiros sobre pérgulas que exalavam um perfume estonteante (os limoeiros, aliás, tão comuns por aqui, dão origem à bebida mais típica da região, o limoncello). Após alguns dias curtindo a casinha à beira-mar, prosseguimos para finalmente conhecer o célebre Le Sirenuse, um dos mais antigos e exclusivos hotéis de toda a Itália. Localizado no centro da vertical Posita-no, tem uma elegância clássica sem exageros, detalhes impecáveis e serviço simpático. O spa foi recentemente renovado e o restaurante é fenomenal. Para encerrar a jornada, uma pousada mais pé-no-chão: o La Fenice, em Positano. A vantagem de hospedar-se na cidade é que você passeia mais do que quando depende de uma van para voltar para seu refúgio.

Dicas de viagem para italia

Muita gente prefere pegar um traslado do hotel para poder relaxar e admirar com tranqüilidade a paisagem espetacular da viagem de uma hora do aeroporto internacional de Nápoles até Amalfi, ou 45 minutos até Positano. Uma vez alojados, os passeios ficam por conta de barcos ou táxis, sempre fáceis de serem organizados por meio dos hotéis. Para os motoristas mais arrojados e aqueles que gostam de explorar a área, alugar um veículo no aeroporto é a alternativa mais indicada. Além de sair mais barato, se for realmente rodar pela região, o que vale a pena, é prático ter carro até mesmo pra dar um pulinho nas ruínas de Pompéia, a cerca de 45 minutos de distância. Ter carro também facilita fazer uma incursão pelas cidades nas montanhas, como Sant Ágata, vilarejo onde está localizado o afamado restaurante Don Alfonso, um dos melhores da Itália segundo o Guia Michelin. Eu já passei por lá com e sem carro, e ambas as opções funcionam. A única diferença é que, por inércia, fiquei mais tempo lendo na piscina quando dependia de táxis e minivans. Independentemente da opção, um passeio de barco é fundamental para apreciar as dezenas de baías entre Sorrento e Vietri Sul Mare, as cidades que marcam o início e o fim da Costiera Amalfitana.
Pescador arruma a rede no porto e, na pág. oposta, fachada de frente para., o mar, ambos em Amalfi.

A Costa Amalfitana

A Costa Amalfitana foi, é e sempre será o pedaço do litoral mediterrâneo preferido de quem busca um gostinho da dolcc vita. De celebridades como Jacqueline Onassis e Francis Ford Coppola a simples seres humanos como nós, à procura de uma experiência salpicada de comida e vinhos maravilhosos, um pouco de glamour, paparicação em hotéis luxuosos ou mera tranqüilidade lowprofile, os 60 quilômetros de litoral cercado de uma natureza e um mar soberbos são um prato cheio. São essas algumas das razões porque volto lá de tempos em tempos pra passar férias. Não tem quem não fique com gostinho de quero mais depois da primeira visita. Talvez o motivo seja o clima familiar dos hotéis (todos são dirigidos por segundas ou terceiras gerações), a tradição gastronômica, os terraços cobertos de buganvílias floridas, a simpatia dos napolitanos ou o mar azul-turquesa. Ou tudo isso junto.
Espremida entre a cadeia de montanhas Lattari e um penhasco beirando o Mediterrâneo, a sinuosa Autostrada di Amalfi é provavelmente uma das vias de cenários mais arrebatadores – e ao mesmo tempo assustadores! – do mundo. Como bem já disse o escritor americano John Steinbeck (o Prêmio Nobel de Literatura era um assíduo visitante de Positano), a única rodovia que dá acesso à Costa Amalfitana foi “cuidadosamente projetada para ser um pouco mais estreita que a largura de dois carros lado a lado”. E junte-se à estreiteza da pista de 2 mil curvas vertiginosas, algumas de 180 graus, o jeito italiano de dirigir… Para quem não sabe do que estou falando, imagine o estilo paulistano pé-de-chumbo e esquentadinho. Você não precisa chegar de helicóptero pra que a viagem já comece com aquele friozinho de aventura na barriga.

Viagem costa amalfitana

Dias do mais puro dolce farniente nas vilas debruçadas sobre o mar na COSTA AMALFITANA, com direito a mar
azul-turquesa, clima familiar nos hotéis, simpatia dos napolitanos, passeios de barco  e um delicioso perfume de limoeiros.
VISTA AL MARE.
Na escadaria que leva a Ravello, pelo Caminho dos Deuses, um limoeiro. Daqui vem o límoncello, bebida típica.
Eu não acho que os deuses disputariam o nome dado por mortais à trilha de 5 quilômetros que vai da margem do Mediterrâneo até Ravello, a 350 metros acima do mar. Olhando do céu, o Sentiero degli Dei (Caminho dos Deuses) e todo seu redor, esplêndido, simplesmente traduz o que seria um toque divino sobre a Terra. Minha privilegiada pespectiva celestial não foi um sonho, mas quase. Costear o litoral amalfitano de helicóptero é uma visão inesquecível. Saindo de Panarea, no Arquipélago das Eólias, a viagem durou cerca de uma hora e meia, com direito a uma voltinha na boca do vulcão da Ilha de Stromboli. Mas foi a visão daquele mar de inacreditáveis tons de azul a mais perfeita antecipação de dias do mais puro dolccfar mente.