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Chile portillo

PORTILLO:
COMO CHEGAR:
São 164 km pela rodovia que liga Santiago a Men-doza, na Argentina. O trajeto de van leva cerca de três horas.
O PREÇO DAS COISAS:
Valores de 2006; os de 2007 não haviam sido definidos até o fechamento desta edição. Passes (não-hóspedes): USS 34 e USS 43. Aulas: USS 29 (coletiva); USS 55 (particular). Aluguel de equipamentos: USS 18 (esqui); USS 21 (snowboard).
TELEFONE E SITE : (56-2) 263-0606, skiportillo.com

Valle nevado chile

VI DA N OTURNA:
Quem não vai para cama cedo costuma se divertir ao som da banda de rock que se apresenta no bar do hotel, depois do jantar. Existe uma pista de dança no subsolo, mas a balada depende muito da animação (e da idade) dos hóspedes daquela semana.

CENAS DA CORDILHEIRA: Em sentido horário, a partir da foto abaixo, o elegante living do hotel de Portillo; a clássica fachada amarela do mesmo hotel; e um esquiador após um dia de esqui na estação de Valle Nevado.
DICA: Toda segunda antes do jantar rola um coquetel de boas-vindas no salão principal, com pisco-sour (a caipirinha chilena) à vontade – muitas operadoras do Brasil anunciam isso como um bônus do pacote delas, o que não chega a ser exatamente verdade. O hotel todo marca presença e as rodadas de drinques deixam a festa pra lá de animada. É uma ótima oportunidade para puxar papo com os outros hóspedes, fazer novas amizades e trocar informações sobre as pistas. Afinal, você vai cruzar com essas pessoas durante todos os dias seguintes, seja nos teleféricos, seja nas pistas, seja nos lanches pós-esqui.

Portillo chile hotel

PARA QUEM PODE GASTAR MAIS:
Para resgatar um pouco da nobreza de outrora, só ficando no Hotel Portillo (263-0606, tarifas semanais de US$ 1300 a US$ 3 850 por pessoa, de acordo com a temporada; Cc: A, M, V). Tente reservar uma das suítes com balcão do sexto andar, com janelas mais amplas e uma vista gloriosa para a pequena Laguna dei Inca. Esquiar em Portillo é um privilégio para apenas 450 hóspedes, com um batalhão de mais de 400 funcionários a seu dispor. Um serviço impecável, com muitas camareiras por andar, atendentes entregando toalhas na piscina e o mesmo garçom servindo todas as noites sua mesa cativa no restaurante. A carta de vinhos tem uma variedade rara em estações de esqui sul-americanas. Peça os formidáveis Le Dix de Los Vascos (US$ 144) ou Errazuriz Don Maximiano (US$ 104) para acompanhar o caprichado menu fixo do navio – ou melhor, do hotel.
DE GRAÇA:
De 16 a 23 de junho, as aulas coletivas de esqui não serão cobradas. Também a partir de 16 e até 30 de junho, crianças entre 4 e 12 anos podem esquiar e comer de graça. Nenhuma dessas promoções, contudo, desbanca o grande espetáculo gratuito de Portillo: ver o pôr-do-sol dourando os picos nevados ao redor, imerso na piscina aquecida após um dia inteiro de esqui…
UM LUXO:
Distante 164 quilômetros de Santiago, o centro de esqui de Portillo não fica exatamente perto. De carro, são cerca de duas horas e meia. A estrada até que é boa, mas a viagem parece interminável em seus quilômetros finais, repletos de curvas íngremes e caminhões pesados vindos da Argentina. Passe por cima de inconvenientes dessa natureza com elegância, a bordo dos helicópteros (US$ 1400, heliskichile.cl) que saem do Aeroporto de Santiago e levam você até o hotel.

Portillo ski

PORTILLO.
Sétima melhor estação do mundo no último Prêmio VT, Portillo foi fundada há 58 anos. Desde 1966, quando sediou o Campeonato Mundial, tornou-se a principal referência para esquiadores americanos e canadenses que vêm para a América do Sul. Após um hiato de 38 anos, o advogado americano Peter Hornbostel regressou na temporada passada. “O hotel parece o mesmo, mas naquela época o ambiente era um pouco mais aristocrático”, diz, olhando para o snowboarder largadão no sofá e com os pés sobre a mesa de centro no lounge.
PARA QUEM QUER GASTAR POUCO:
A comparação com um cruzeiro de luxo em terra firme é recorrente. Esse transatlântico amarelo encalhado nos Andes tem salas de refeição diferentes para os “passageiros” da primeira classe e para aqueles que optam pelo alojamento externo Inca Lodge (263-0606; tarifas semanais de US$ 550 a US$ 650 por pessoa, dependendo da temporada; Cc: A, M, V). A hospedagem é em quartos exíguos com dois beliches, que podem eventualmente ser compartilhados com outros hóspedes. O banheiro coletivo do lodge lembra os tempos de colégio e o bandejão no refeitório dos funcionários não é nada inspirador. Devem vir daí trocadilhos dispensáveis como “programa de inca” e “poor tillo”. Compensa pagar a taxa adicional de US$ 30 para jantar no classudo restaurante do andar de cima, nem que seja apenas por uma noite. Felizmente, as 35 pistas, as piscinas térmicas no deque e a sauna são abertas a todos os hóspedes.