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Nova parati 2010

PARATI.
Vá antes do Pan: de 4 a 8 de julho, acontece a quinta edição da Flip (flip.org.br), badalada feira literária. Hospede-se na pousada Villas de Paraty (Avenida Otávio Gama, 100, 24/3371-2248, www.villas-de-paraty.com.br; diárias de RS 125 a RS 180). E não deixe de fazer o passeio de barco pela Baía – na Parati Tours (24/33711327, RS 25). A noite, flane pelo Centro Histórico e tome um chope no Café Paraty (Rua do Comércio, 253, 24/3371-0128).

Muelle de Paraty

Portada de este mes.
Incautados en la madrugada en un día muy caluroso de la primavera, la Iglesia de Santa Rita y los barcos amarrados en el muelle de Paraty transmitir la atmósfera bucólica de un pueblo detenido en el tiempo, que, sin embargo, tan lleno de vida.

Viajar para Paraty com luxo

VER:
O Shambala Asian Day Spa fica na serra, com uma linda vista para a baía, e oferece um dia de massagens e relax para quem aprecia o bem-estar. Saiba mais no (24) 3371-2186.
DORMIR:
A 10 km da cidade, o Hotel Santa Clara (santaclarahotel.com.br, (24) 3371-8900) é o mais luxuoso da região, agora com a concorrência da pequena Casa Turquesa (casaturquesa.com.br, (24) 3371-1037. Diárias a partir de RS 700, em ambos os casos.
COMER:
Na serra, o Gite d’lndaiatiba, (24) 3371-7174, é uma experiência gastronômica diferente e um passeio especial. Já o Banana da Terra (24) 3371-1725, da chef Ana Bueno, segue a mesma linha culinária, no Centro Histórico.
BEBER:
Os dois funcionam como bares, restaurantes e, mais tarde, viram baladas concorridas. Estamos falando do Margarida Café, na Praça do Chafariz, e do Paraty 33, localizado na rua da Lapa. Para esticar a noite.

Viajar para Paraty com conforto

VER:
O Saco de Mamanguá é uma das áreas mais remotas e bonitas da região (um fiorde). Passeios com ou sem caiaque, que incluem almoço, saem por RS 100.(24)3371-6135.
DORMIR:
No Centro Histórico, com estacionamento (o que é raro), a Pousada do tem piscina e acomodações confortáveis. Diárias a partir de R$300, pousada dosandi. com.br, (24) 3371-2100. a Arte Urquijo. urquijo.com.br, (24) 3371-1362 é menor e tem preços semelhantes.
COMER:
Ótimas massas, pizzas e música ao vivo no Punto Di Vi no (24) 3371-1348, bem ao lado da Praça da Matriz. O Refúgio (24) 3371-2447 tem um ar francês e um célebre casadinho de camarões.
BEBER:
As pessoas encontram-se  no Café Paraty, na rua do Comércio muito alegre mas mais rústico que o recente Santa Trindade, bem decorado e com boa comida na Rua Samuel Costa. Música ao viva.

Visitar Paraty com economia

Uma vila pequena cercada por uma grande variedade de atrações. Aqui algumas dicas para fazer sua viagem agradável. Envie também as suas para publicarmos nas próximas edições.
VER:
O passeio mais econômico que se pode fazer em Paraty é o tour de saveiro pela baia, que dura cinco horas, passa por ilhas e praias e custa R$ 30.0 almoço é cobrado à parte, informe-se na Paraty Tours, (24) 3371-6112.
Recomendamos uma visita de cruzeiro. Entra no site Cruceros.
São os melhores cruzeiros em Cruceros royal caribbean.
DORMIR:
O Paratv Hostel tem dormitórios, além de dois quartos privativos por preços entre RS 30 e R$ 60 paratyhostel.com, (24) 3371-2223. Já o varandas de Paraty, hotelvarandas.com.br, (24) 3371-9200 custa a partir de RS 100 e tem um café da manhã elogiado por Amyr Klink.
COMER:
Restaurante por quilo, o sabor da Terra, (24) 3371-2384, oferece bons peixes e camarões por preços, justos. O velho restaurante Hiltinho, (24) 3371-1432, no Centro Histórico, também não é dos mais caros.
BEBER:
Há inúmeros bons bares com cerveja gelada e petiscos na cidade. Se você  quer o preferido de Amyr Klink, dirija-se ao tradicional Coupé, há mais de 50 anos na Praça da Matriz.

Restaurante por quilo, o sabor da Terra, (24) 3371-2384, oferece bons peixes e camarões por preços, justos. O velho restaurante Hiltinho, (24) 3371-1432, no Centro Histórico, também não é dos mais caros.

Paraty como chegar

PARA CHEGAR LÁ PARATY.
Paraty como chegar lá:
Paraty fica a 261 km do Rio de janeiro pela Rodovia Rio-santos e a 305 km de São Paulo. Vindo desta última, o melhor é sair da Dutra em Taubaté e descer a serra pela Rodovia Osvaldo Cruz rumo a Ubatuba.
Para passear:
Ninguém precisa de carro para movimentar-se na vila. Eles são até probidos na Cidade Histórica. Para os demais passeios, há excursões que partem de Paraty.
Avisos especiais:
O chão pé de moleque da cidade não é recomendável para quem anda descalço ou quem usa saltos altos. O melhor é optar por um tênis ou um calçado de sola plana.
Alambiques:
Paraty quer dizer pinga em nossa língua. Ainda hoje, há muitos alambiques na região abertos à visitação. Se o assunto lhe interessa, informe-se nas agências de turismo ou no Paraty Convention Bureau que também pode ajudar com outras dicas sobre a cidade.

Paraty uma cidade muito colorida

Flagrantes de uma cidade muito colorida:
As redes à venda em uma das lojas da cidade, a piscina da Pousada do sandy, os barquinhos Please do not disturb tio Hotel Santa Clara, no detalhe de uma casa local, o brasão, contendo a data de fundação do imóvel, de sua primeira e sua segunda reformas.

Paraty cidade histórica

Ao largo dessa discussão e mais preocupado com questões como saneamento e assoreamento, a seu ver prioritárias em uma cidade de novo próspera, Amyr segue cuidando da Marina do Engenho onde, vez por outra, recebe amigos que fez em suas jornadas mar adentro – e que tem a particularidade de abrigar a casa onde, um dia, viveu Julia, a paratiense que viria a ser a mãe do escritor alemão Thomas Mann. Já não é tão fácil encontrá-lo pelas ruas da cidade, exceto quando, como agora, ele pilota, timidamente, os leitores de uma revista pelos estreitos e enseadas de sua memória. Será mais provável, sem dúvida, achá-lo em algum ponto do mar, seja nas águas plácidas de Jurumirim ou nas turbulentas da Passagem de Drake. O certo é que em qualquer dessas latitudes, nosso comandante estará em casa. Como confirma o nome da vila pintado no casco de sua embarcação.

Paraty quer seguir a trilha da intelectualização

Em um olhar mais atento, porém, fica nítido que Paraty sofisticou-se. O casario abriga pousadas cada dia mais requintadas, restaurantes e bares que sempre têm um músico enchendo a noite de bossas novas, antiquários e ateliês de artistas cujas obras vão, via de regra, enfeitar residências em outros continentes. Se, numa porta, os coloridos trabalhos em papel machê de Lúcio Cruz exaltam as festas e o folclore local, na outra, Pedro Malvão faz seus divinos, seus sapos e borboletas. Mais adiante, Aecio Sarti produz belíssimas figuras modiglianescas sobre lonas de caminhão e a mexicana Palricia Sada constrói seu trabalho muito suave e pessoal.
Dir-se-ia que, até pelo sucesso de sua badalada Feira Literária – a Flip, que ocorre todos os anos em agosto -, Paraty quer seguir a trilha da intelectualização. Mais que os loucos transviados de outrora, as autoridades do turismo local gostariam mesmo é de ver a cidade repleta de escritores, pintores e outros artistas, se possível consagrados. O que, aliás, não deixa de ser uma seqüência natural dos fatos observados no tempo do Valhacouto, apenas que, dessa vez, com mais regras e mais dinheiro.

São Paulo paraty tours

Foi-se o bar, ficou a fama. No final dos anos 1960, diversas equipes de cinema despencaram na cidade para usá-la como cenário. Nem é preciso dizer que, elas também, caíram na gandaia.
E foi assim que os rumores sobre uma vila idílica ancorada no fundo de uma baía na costa sul do Rio de Janeiro subiram a serra sem dificuldade e muitos visionários, sobretudo de São Paulo, adquiriram os velhos casarões a preços aviltados. E as praias, as ilhas, os costões.
Sob muitos aspectos, a Paraty de hoje é um oceano demasiadamente tranqüilo para quem, antes de lançar-se ao mar em sua primeira aventura, explorou a vila ensandecida dos anos românticos com o espírito aberto dos que descobrem a vida. A cidade cresceu e institucionalizou-se. As ruas, fechadas ao trânsito de automóveis, ainda recebem, ao entardecer, os carrinhos que vendem doces paratienses – o manuê de bacia, feito de melado, o pé-de-moleque que leva gengibre e farinha de mandioca -, e há uma quantia aceitável de bêbados tropicando no calçamento e poetas declamando seus versos.