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Torres del Paine Patagônia

A Patagônia é trilegal, tchê! Gostamos demais das caminhadas nos glaciares, das centollas com vinho branco e, principalmente, da belíssima paisagem de Torres del Paine, onde tiramos esta foto. Seguimos as dicas de vocês e nos demos bem.

Para chegar la cruzeiro na patagônia

PARA CHEGAR LA CRUZEIRO NA PATAGÔNIA.
Os glaciares, lobos-marinhos, pingüins e as impressionantes paisagens geladas continuam lá, como nos tempos dos pioneiros Fernão de Magalhães e sir Francis Drake. E o melhor: à sua espera

Um cruzeiro no fim do mundo

Claro que as pedras de gelo vinham dos glaciares e deixavam 0 uísque ainda mais especial. E elas abasteciam o bar durante toda a viagem. Eduardo Gonçalves, brasileiro filho de chileno, de 46 anos, que fez 92 dos 112 cruzeiros, diz que serve uma média de 150 drinques por dia, sem contar os não alcoólicos. Já o chileno Emilio Velásquez, 39 anos, foi o introdutor do calafate sour no navio. O drinque é na verdade um pisco sour, a caipirinha chilena, acrescido de uma porção de xarope de calafale, a planta emblemática da região. O certo é que o amplo salão no último deque, onde também ficava o bar, concentrava a vida do cruzeiro. Ponto de encontro para conversas animadas e saídas para os passeios, palco das palestras e brincadeiras, virava também sala de leitura e posto de observação daquela paisagem intrigante e esplêndida na sua monotonia.
Sem internet, celular, TV e rádio – algo impensável nos dias de hoje, mas que não fizeram nenhuma falta -, tempo total para se dedicará natureza e à introspecção. O fim do mundo estava em nós.

Cruzeiro maritimos na patagônia

CRUZEIRO NA PATAGÔNIA.
“Muita paz e tempo total para natureza. 0 fim do mundo estava em nós”
O frio não atrapalhou. Ao contrário 0 sol predominou na maior parte da viagem, deixando o cenário mais espetacular. Assim, os passageiros puderam curtir à vontade a paisagem única da Patagônia

Paisagens interessantes

O navio é pequeno, perfeito para uma boa convivência.
O navio passou bem perto do Cabo Horn , que fica a 950 km da Antártica. As coloridas Ushuaia e Punta Arenas são os portos de partida para paisagens incríveis, como as do Glaciar Piloto, e para ver a exclusiva vegetação patagônica na Bafa Ainsworth.

Viagem para patagonia

Viagem para patagonia a evolução na prática.
1488 português Bartolomeu Dias contorna o Cabo da Boa Esperança, que liga o Oceano Atlântico ao Índico.
1492 Cristóvão Colombo .descobre a América. Dois anos depois, Portugal e Espanha assinam o Tratado de Tordesilhas, que divide entre as duas potências “as terras descobertas e a descobrir”.
1520 O português Fernão  de Magalhães, a serviço da Coroa espanhola, descobre a passagem que liga os oceanos Atlântico e Pacífico. O estreito ganha seu nome 0 navegador morre na seqüência da viagem.
1578 O corsário inglês Francis Drake navega pela Patagônia e Terra do Fogo e se aproxima do Cabo Horn, que somente seria contornado em 1616 pelo holandês Jacob le Maire.
1579 O espanhol Pedro Sarmiento Gamboa comanda expedição ao Estreito de Magalhães, mapeia a região e, em 1583, funda a colônia Rei Don Felipe, com 300 homens Obrigado a voltar à Espanha, deixa a vila sem comida. Quando regressa, todos estão mortos. Em 1587, Thomas Cavendish passa pela região, vê as ruínas e lhe dá novo nome: Porto da Fome.
1828 O capitão inglês Robert Fitzroy captura quatro nativos na Terra do Fogo e leva-os à Inglaterra para serem educados. Em 1831, já acompanhado do naturalista Charles Darwin, retorna e devolve os nativos à terra. Sua tentativa de civilizá-los fracassou.
1836 Termina a viagem de Darwin. Foram quase cinco anos de estudos e pesquisas na América do Sul que o levariam a publicar A Origem das Espécies, em que apresenta a famosa Teoria da Evolução, base da biologia moderna.

Animais da patagonia

O carancho negro, predador nativo da Patagônia e um dos personagens da palestra sobre aves, deixou as senhoras preocupadas. Expulsos dos ninhos pelos pais quando jovens, eles se reúnem em gangues e saem aprontando. No ano passado, esses delinqüentes juvenis simplesmente roubavam os chapéus das mulheres. Nesse cruzeiro, porém, nenhuma queixa de assalto foi registrada.

Viagem patagônia argentina

Viagem patagônia argentina.
Sem programas em terra, atividades culturais no barco. Documentários eram exibidos e os guias se revezavam em palestras sobre a fauna, flora e história da região. E sempre diante de um grande e interessado público. O Cabo Horn, o Estreito de Magalhães, os pingüins, as aves e as flores foram dissecados em bate-papos bem conduzidos pela tripulação.

Viagem cruzeiro na patagônia

Se o Cabo Horn levou a momentos de meditação, os glaciares encheram o navio de exclamações. A fesla foi completa, em todos os sentidos, quando o barco entrou na Avenida das Geleiras, no Canal de Beagle. A cada dez minutos, um novo glaciar se apresentava, com tamanhos e cores diferentes, proporcionando um oportuno desfile gastronômico no navio. Com exceção do Romanche, o primeiro, os demais foram batizados com nomes de países, merecendo um acompanhamento típico. Quando passou o Alemanha, salsicha e cerveja para todos; no França, champanhe e queijos; no Itália (o maior de todos, com 1200 metros de altura), vinho e pizza, e no Holanda, batata e cerveja. Felizmente parou por aí, embora o visual tenha sido o mais espetacular de todo o cruzeiro.

Glaciar Pia

A Avenida das Geleiras encheu os olhos. A cada dez minutos, um novo glaciar.
Os botes se aproximam do Glaciar Pia, o primeiro a ser visitado. No mar, blocos de gelo que se desprenderam da geleira. Mais tarde, alguns deles estariam abastecendo o bar do navio, tomando os drinques ainda mais especiais.