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Yosemite zás-trás

Yosemite zás-trás

Vai passar por San Francisco na sua próxima viagem? A Keith Prowse, empresa especialista em passeios e ingressos para espetáculos, oferece tour de um dia inteiro até o Parque Nacional Yosemite, passando pelas gigantescas sequóias vizinhas à cidade de Mariposa. A viagem é feita a bordo de trens que partem de San Francisco em direção à histórica estação de Merced, uma das mais antigas do oeste americano.

Na trilha de Gengis Khan

Na trilha de Gengis Khan

O turismo acaba de conquistar um território que, até hoje, só havia sido dominado pelos exércitos de Alexandre, o Grande, e pelos cavaleiros mongóis de Gengis Khan. A região da Ásia Central, onde ficam países de nomes assustadores, como Uzbekistão e Kyrgystão, é considerada o must para viajantes em busca de aventura e exotismo. Alguns anos atrás, a disputa entre russos e fundamentalistas islâmicos impedia a entrada de visitantes. A viagem refaz a trajetória das caravanas da Rota da Seda, que saíam da China em direção aos mercados ocidentais durante a Idade Média.
O roteiro da Highland, de longos 23 dias de aventura, inclui a cidade chinesa de Kashgar, onde vivem tribos com estranhos costumes.

Da Ásia à Austrália

Da Ásia à Austrália

A Qantas, companhia aérea australiana que voa para toda a Ásia a partir da Argentina, tem uma promoção irresistível para os brasileiros. Até julho, você pode escolher um destino final entre Bali, Jacarta (ambas na Indonésia), Bangcoc (Tailândia), Hong Kong, Cingapura, Taipei (Taiwan) ou Manila (Filipinas) e aproveitar para conhecer a Austrália e a Nova Zelândia sem pagar um tostão extra, ü único inconveniente é a conexão em Buenos Aires, já que a Qantas não opera no Brasil. A passagem de ida e volta, incluído o trecho até a Argentina pela Varig, sai por 1 399 dólares. Mas atenção: a promoção só vale para quem voltar para o Brasil antes de 14 de outubro.

Casablanca, tem certeza

Casablanca, tem certeza

Dos mil sonhos de viagem que o cinema fez brotar, o favorito deve ser o de muitos espectadores do clássico romântico Casablanca (1942): visitar a mágica cidade e curtir uma noitada no Rick’s Café Américain. Pena que isso só exista na tela, porque tudo era cenário montado nos estúdios da Warner… Apenas os visitantes de outra cidade marroquina, Tânger, é que terão o gostinho de encontrar um lugar como o Rick’s: foi de lá. do Hotel El Minzah, que os cenógrafos de Hollywood tiraram o modelo para o concorrido restaurante fino e cassino clandestino de Humphrey Bogart. Casablanca, de verdade, aparece em pouquíssimas fitas. E o único fácil de se achar é o drama zen de Martin Scorsese, Kundun (1997). Com alguns detalhes: a história se passa no Tibete e. impedido de filmar lá, Scorsese costurou seu próprio Tibete com outros pedaços do mundo. De Casablanca, há alguns trechos de rua, infelizmente irreconhecíveis. Resultado: continue sonhando com a paixão de Bogart e Ingrid Bergman e. quando for ao Marrocos, descubra sozinho os encantos de Casablanca.

Arquitetura espanhola em Havana

Arquitetura espanhola em Havana

Na tela como ao vivo, a capital cubana está guardada numa cápsula do tempo. A arquitetura espanhola do início do século, os carrões americanos dos anos 50 esrá tudo lá. Só faltava uma bela mão de tinta. Um delicioso convite para conhecê-la está em Buena Vista Social Club (1999), documentário em que o diretor alemão Wim Wenders acompanha feras da música cubana. A casa noturna que dá título à fita está fechada, mas, como mostra um passeio com o mestre violonista Compay Segundo, ficava no bairro de Miramar, na esquina das ruas 21 e 42. A ação, mesmo, acontece principalmente pelas ruas do bairro de Centro Havana, onde moram o cantor Ibrahim Ferrer, o violonista Eliades Ochoa e outros, e por onde se estende a célebre Avenida do Malecón, caminho boêmio à beira-mar. O pre-miadíssimo Morango e Chocolate (1993) conduz o espectador-viajante pela ruas e praças do bairro turístico de Havana Vieja, além de exibit dois lugares imperdíveis: a sorveteria Coppelia (na larga praça da Avenida L entre as ruas 21 e 23, bairro de Vedado) e o campus da Universidade de Havana (em Centro Havana).

São Francisco: a cidade do Clint Easrwood

São Francisco: a cidade do Clint Easrwood

O astro preferido da cidade é Clint Easrwood, ex-prefeito da vizinha pequena e rica Carmel. Quando a ação não está no Velho Oeste, é em São Francisco que Easrwood prefere filmar seja no papel do tira durão Harry Callahan de Perseguidor Implacável (1971) e Magnum 44 (1973), seja como um presidiário engenhoso que tenta uma Fuga de Alcatraz (1979). Mas nem Easrwood conseguiu perpetuar na memória da cidade imagens e sons mais perfeitos do que Um Corpo Que Cai (1958), do mestre inglês Alfred Hitchcock. Nesse clássico do suspense e do romance, a trama leva o atormentado ex-policial e agora detetive particular Scottie (James Stewart) a seguir a bela e misteriosa Madeleinc (Kim Novak) pela cidade do fino apartamento dela em Nob Hill (Rua Mason, 2000) até uma loja de flores na Avenida Grant, depois ao velho cemitério espanhol na Mission Dolores, então para a galeria de arte do Califórnia Pa-lace of the Legion of Honor e, de lá, para o McKittrick Hotel (na Rua Eddy). No dia seguinte, Scottie a segue de novo, mas o passeio termina na beira da Baía de São Francisco, logo debaixo da Ponte Golden Cate. Ali, Madeleine pula para se afogar: Scottie a salva e a paixão é imediata. Muito mais acontecerá até o desfecho (que não conto) na torre da missão espanhola de San Juan Bautista (uns 150 quilômetros ao sul de São Francisco). Ah, sim: a tradicional aparição de Hitchcock ocorre na calçada oposta ao cais do distrito de Mission.

Coração turístico de Nova York

Coração turístico de Nova York

E até possível que quem vá a Manhattan, coração turístico de Nova York, não se recorde de duas marcas que o cinema deixou lá: o macacão King Kong (1933) subindo o Edifício Empire State (só a vista geral era de verdade, o resto era maquete) e o doido motorista de táxi Travis Bickle (Robert De Niro) achando que podia botar ordem na baixaria que comia solta entre a Rua 42 e a Times Square, em Taxi Driver (1976). Woody Allen é o cineasta que mais adora exibir nos filmes a beleza, a loucura, a feiúra e a poesia que transbordam em Manhattan. Não importa se Annie Hall (1977), Hannah e Suas Irmãs (1986), Poderosa Afrodite (1995), Celebridades (1998), Crimes e Pecados (1989), o próprio Manhattan (1979) ou qualquer outro: cada um dos filmes transporta o espectador através do Green-wich Village, do Central Park, do Lincoln Center, da Quinta Avenida, do Columbus Circle, de Chinatown, de quase todas as estações do metrô e, numa folguinha, Allen nos leva para mastigai um suculento sanduíche de esturjão defumado no Barney Greengrass (na Avenida Amsterdan, entre as ruas 86 e 87).

Chicago na cidade dos ventos

Chicago na cidade dos ventos

Na Cidade dos Ventos (Windy City), pátria do blues urbano, há verdadeira adoração por Os Irmãos Cara-de-Pau, mais conhecido como The Blues Brothers (1980). O enredo é uma besteira, o quebra-quebra de carros é geral e sem sentido, mas o barato é a aventura dos fictícios irmãos Jake e Elwood (John Belushi e Dan Aykroyd) na “missão divina” de reunir sua velha banda. Enquanto fazem o diabo para juntar o pessoal, os irmãos atravessam marcos da cidade, como a ponte levadiça da Rua 95 (lado leste), a Avenida Portland, o Daley Memorial Plaza, o velho Palace Hotel e o estádio de beisebol Wrigley (no lado oeste da Rua Addison, 1060). O dia-a-dia do centro pode ser apreciado no alto-astral de Curtindo a Vida Adoidado (1986), em que Matthew Bro-derick mata a aula para passear com a namorada, Mia Sara, pela torre da Sears, o Instituto de Arte e um agitado desfile ao longo da Rua Dearborn. E uma cena memorável: a empolgante batalha entre os gângsteres de Al Capo-ne e os agentes de Eliot Ness nas escadarias da famosa Union Station, em Os Intocáveis (1987).

Nova Orleans e cinema

Nova Orleans e cinema

O clima do French Quarter está presente em vários filmes, como o musical Balada Sangrenta (de 1958, o melhor do rei Elvis Presley), o cult Daunbailó (1986, de Jim Jar-musch), o suspense barra-pesada Coração Satânico (1987) e o romântico e divertido Blaze, o Escândalo (1989), com Paul Newman como o folclórico governador Earl Long. Mas a escolha mais completa para sacar o lugar ainda é o clássico Uma Rua Chamada Pecado (1951), primeira versão da peça Um Bonde Chamado Desejo, deTennessee Williams. Nas tintas realistas do diretor Elia Kazan, ali está o drama da paixão de Stanley Kovvalski (Marlon Brando) por Stella (Kim Huntcr), que moram num pequeno prédio da Avenida Elysian Fields. Fora o jazz e o blues, a grande festa de Nova Orleans é o Mardi Gras, cujo retrato cinematográfico está em outro clássico, Sem Destino (1969). Mais uma atração: curtir Nastassja Kinski, no auge da gostosura, em A Marca da Pantera (1982) e descobrir o zoológico da cidade, Audubon, entre os cinco melhores do mundo.

A natureza não briga com o conforto

A natureza não briga com o conforto

O interior do país não é menos interessante. San José é uma cidade relativamente pequena (menos de 400 000 habitantes) com um certo ar metropolitano. Situada na Cordilheira Central, oferece shoppings, restaurantes de diversas procedências, hotéis de luxo e atrações culturais. O maior museu do mundo de jade das Américas fica ali. Muita gente se hospeda na capital e, de lá, parte para excursões diárias pelo país. Pertinho dali fica Sarchí, um lugarejo que vive de artesanato. No pequeno município são fabricados carros de boi pintados cuidadosamente a mão, símbolo da Costa Rica.

Na direção oposta, partindo de San José, fica Cartago, a antiga capital costa-riquenha, passagem obrigatória para quem vai até o Vulcão Irazú, o mais alto do país (quase 3 500 metros). Seu topo, coroado por um lago verde-esmeralda, normal mente fica aci ma das nuvens. Na Cordilheira de Tilarán, outro programaço é Monteverde, uma daquelas vilinhas frias que pedem lareira e um vinhozinho mesmo no verão. Os hotéis estão estrategicamente construídos às margens da floresta.

Já ia quase me esquecendo… A Costa Rica é um oásis de tranqüilidade na conturbada América Central. Considerado o país mais seguro e a democracia mais estável de toda a América Latina, não tem sequer Forças Armadas. Depois de uma guerra civil que eclodiu em 1948, a nação entrou num longo período de paz que dura até hoje. Na capital, os policiais andam de bicicleta, vestidos de shorts e camisetas. Roubos e assassinatos não costumam freqüentar as manchetes dos jornais. Todo o país é seguro. Seguro, bonito e… eu diria, encantador.