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Tudo sobre Marrocos

COMO CHEGAR:
Não há vôos diretos. A Ibéria (0800-7707900, com conexão em Madri, voa a Casablanca por USS 828 (até 16 de junho e depois de 17 de julho). A Air France (0800-8889955, ), com conexão em Paris, voa a Rabat, Marrakesh e Casablanca por USS 974. É bom saber que a low fare Easyjet (easyjetcom) tem Madri-Casablanca por cerca de €S 20 (trecho, com impostos)
QUEM LEVA:
A Higland (11/3254-4999) tem 11 noites com carro e guia próprios por € 3 270. Fica-se em hotéis cinco-es-trelas (e um quatro-estrelas, no Saara). A Nascimento (11/3156-9944,  faz três roteiros pelo país. O mais completo, de dez noites, leva às não tão óbvias Ouarzazate, Erfoud e Essaouirae custa USS 2 339 A Marsans (.21/2106-6700) tem sete noites em Madri, Fez, Marrakesh, Rabat e Tânger por USS 2 389, para em barques no Rio. Consulte também seu agente de viagens.
VISTO:
Brasileiros não precisam de visto para ficar até três meses no pais. O passaporte deve ter validade mínima de seis meses. Para dirigir, pede-se habilitação internacional e idade mínima de 21 anos.
DINHEIRO:
O dirham éa moeda local. Um real vale DhS 4,12; o euro, DhS 11 Há muitos lugares que não aceitam cartões de crédito.
CARRO:
Alugar carro na Espanha é melhor. Na easyCar presente nos dois países, a diferença é de € 100 (uma semana). Lembre-se do custo do ferry, cerca de € 100 (carro e uma pessoa). Reserve a balsa com antecedência pelo . As estradas marroquinas não têm buracos. Há as pe-dagiadas, perfeitas, e as nacionais,

Marrocos cultura

Conforme se avança para o sul, as montanhas diminuem de altura e aparecem mulheres com véus pretos. São berberes, que já estavam lá quando os árabes invadiram o Marrocos no século 7- Foram convertidos ao  Islã, mas mantive-
ram língua e cultura próprias. São nômades e tangem camelos e carneiros pelo país. As mulheres berberes adornam suas mãos e seus pés com tatuagens de hena. Se quiser segui-las, evite a hena negra, que pode causar queimaduras graves.
Volubilis, cheia de construções em ruínas, é escala descomplicada. Pare o carro e visite o parque. Mas com Meknès (33 quilômetros ao sul) e Fez, a história é bem diferente. Cercadas por muralhas e acessíveis por imensos portões (os bab, em árabe), cada uma delas é um mundo à parte, com seus mercados e seu movimento frenético. Meknès deve seu maior período de glória ao sultão Ismail, que transferiu a capital de Marrakesh para lá, estendeu o Marrocos para os limites da Argélia e Mauritânia e reconquistou Tânger dos ingleses, entre outros feitos.
Deixe o carro estacionado e percorra a cidade antiga desde o Bab el-Mansour. Caótica aos olhos ocidentais, a medina de Meknès segue uma lógica: o centro é a Grande Mesquita, à qual se chega pelas vielas do mercado, sempre dividido em setores: jóias e objetos de ouro (uma herança dos comerciantes judeus que já habitaram a cidade), essências e perfumes, alimentos e temperos, tapetes e tecidos, objetos de madeira e metal, e uma área antigamente destinada aos judeus, as mellahs.
Apenas 60 quilômetros a leste de Meknès (pela auto-estrada pedagiada, a A2, ou pela N 6, de pista simples), Fez é imponente. Tem 1 milhão de habitantes, parte comensurável na área fortificada, o que faz dela uma das maiores cidades medievais do planeta. Pare o carro e prepare-se para caminhar. Comece pelo Bab Jeloud, o principal portão da cidade. Daí em diante, 9 500 vielas serpenteiam em torno do souk (mercado) mais interessante do Marrocos.