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Viajar para Paraty com luxo

VER:
O Shambala Asian Day Spa fica na serra, com uma linda vista para a baía, e oferece um dia de massagens e relax para quem aprecia o bem-estar. Saiba mais no (24) 3371-2186.
DORMIR:
A 10 km da cidade, o Hotel Santa Clara (santaclarahotel.com.br, (24) 3371-8900) é o mais luxuoso da região, agora com a concorrência da pequena Casa Turquesa (casaturquesa.com.br, (24) 3371-1037. Diárias a partir de RS 700, em ambos os casos.
COMER:
Na serra, o Gite d’lndaiatiba, (24) 3371-7174, é uma experiência gastronômica diferente e um passeio especial. Já o Banana da Terra (24) 3371-1725, da chef Ana Bueno, segue a mesma linha culinária, no Centro Histórico.
BEBER:
Os dois funcionam como bares, restaurantes e, mais tarde, viram baladas concorridas. Estamos falando do Margarida Café, na Praça do Chafariz, e do Paraty 33, localizado na rua da Lapa. Para esticar a noite.

Paraty como chegar

PARA CHEGAR LÁ PARATY.
Paraty como chegar lá:
Paraty fica a 261 km do Rio de janeiro pela Rodovia Rio-santos e a 305 km de São Paulo. Vindo desta última, o melhor é sair da Dutra em Taubaté e descer a serra pela Rodovia Osvaldo Cruz rumo a Ubatuba.
Para passear:
Ninguém precisa de carro para movimentar-se na vila. Eles são até probidos na Cidade Histórica. Para os demais passeios, há excursões que partem de Paraty.
Avisos especiais:
O chão pé de moleque da cidade não é recomendável para quem anda descalço ou quem usa saltos altos. O melhor é optar por um tênis ou um calçado de sola plana.
Alambiques:
Paraty quer dizer pinga em nossa língua. Ainda hoje, há muitos alambiques na região abertos à visitação. Se o assunto lhe interessa, informe-se nas agências de turismo ou no Paraty Convention Bureau que também pode ajudar com outras dicas sobre a cidade.

Informação turismo da paraty

Paraty, que chegou a ser o segundo maior porto do Brasil e a ter 150 alambiques, tornando-se sinônimo de cachaça, entrou no século 20 com esquálidos 600 habitantes.
“Ruía um sobrado por mês”, conta a historiadora Teresa Camargo Maia.
E foi assim, decrépita, que um século depois ela acolheu os exilados da revolução militar no valhacouto de um poeta sem limites. Conta Amyr – e coutam os demais que viveram aqueles anos —, que o bar de Zé Kléber era uma esbórnia sem limites. De drogas à orgias, tudo era permitido na vila sem lei, onde já estavam instalados Djanira, Paulo Autran, Maria Delia Costa e, claro, um curioso Amyr Klink entrando na puberdade.