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Fez marrocos

FEZ.
Ficar:
Com vista fabulosa da cidade antiga o Riad Maison Bleue (Derb el Miter, 33,74-1873, diárias desde € 175; Cc: A, M, V) é a filial de um dos mais tradicionais hotéis de Fez. Os 11 quartos ficam ao redor de um jardim em estilo andaluz com laranjeiras. Pequenino, o Riad Louna (Derb Serraj, 21,74-1985, riadlouna com; diárias desde € 70; Cc: M, V) está numa casa do século 14 – em bom estado. Os banheiros são individuais jà O Ryad Mabrouka (Derb el Miter, 25,63-6345,   diárias desde € 85; Cc: M, V) é uma “es-talagem” muito charmosa.
Comer:
O La Kasbah (próximo a Bab Bouje-loud, 74-1533) tem menus completos por € 10, com direito a chá de men-ta no fim da refeição.
Passear:
O sítio arqueológico da antiga cidade romana de Volubilis (cerca de 50 km a oeste de Mekhnès; € 2), é um dos passeios bacanas da região. Apesar de parte de seus edifícios ter sido saqueada, podem-se ver ainda as ruínas do Arco do Triunfo – construído em 217 em homenagem ao imperador Caracala -, o fórum e a basílica. Se quiser a companhia de um guia que fala francês, prepare-se para desembolsar € 10, preço negociável.

Imagens de marrocos

É bom estocar dois litros por pessoa por dia de viagem – evite a todo custo a água de torneiras e poços, a menos que você a ferva diligentemente.
Em Ceuta, veja as muralhas seculares, a catedral e o museu municipal, com objetos que contam a agitada história do lugar muito antes da chegada dos portugueses. No centrinho há lojas de aparelhos eletrônicos e butiques que vendem roupas a bons preços. Dali à fronteira são 15 minutos. Mas deixar a Espanha e entrar no Marrocos é uma operação demorada. Aproveite para trocar seus euros por dirhans, a moeda marroquina.
Vencida a fronteira, a compensação vem na forma das montanhas do Rif, cadeia cortada por estradas estreitas e sinuosas. Siga a N13 por 38 quilômetros rumo sul até Tetouan. Daí a Chefchaouen, a próxima parada, são 64 quilômetros, agora pela N 2.0 lugar já foi hostil: até 1920 os cristãos não pisavam ali, a não ser aqueles com tendências suicidas. Ficaram famosos os relatos do francês Charles de Foucauld e do jornalista inglês Walter Harris, que, disfarçados de mercadores, chegaram ali no fim do século 19. Chefchaouen, bela cidade com casas pintadas de azul, é a mais nova estrela turística do Marrocos. Tem um centro fortificado – a medi-na -, pequeno e bem conservado, cheio de bazares, mesquitas e restaurantes simpáticos. Mas muita gente vai lá para fumar haxixe – ou kif, plantado para valer nas montanhas entre a cidade e sua vizinha mais a leste, Ketama. Embora popular, consumir o kif, mesmo em narguilés, é crime.
Siga rumo sul, novamente pela N 13, de pista simples e sinuosa. Do outro lado da cordilheira do Rif fica um dos trechos mais bonitos do país: as cidades imperiais de Fez e Meknès e, de quebra, Vo-lubilis, antiga colônia romana, hoje em ruínas. De Chefchaouen são 200 quilômetros até Meknès.